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Perdão, Leonard Peacock.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Oi, bonitezas!

A resenha de hoje é sobre o segundo livro que li durante as férias, o primeiro foi o 'A probabilidade estatística do amor à primeira vista' , e o segundo Perdão, Leonard Peacock, é um livro da Editora Intrínseca, possui 223 páginas e é um romance de Matthew Quick (o mesmo autor de O lado bom da vida).




Este livro me surpreendeu muito, apesar de ter comprado-o pelo título, pensei que não gostaria pelo fato de, no começo, ter coisas que envolvem a Segunda Guerra Mundial, afinal não gosto desse tipo de livro, mas enfim, Perdão, Leonard Peacock me prendeu e conforme a leitura ia fluindo fui gostando, e gostando muito! É um livro que nos envolve totalmente, confesso que em algumas partes me senti amiga do personagem principal e até senti vontade de fazer alguma coisa para impedi-lo de fazer as coisas que ele tanto quer, isso parece loucura, mas talvez este seja o grande poder de Matthew Quick.

Matthew Quick usa uma linguagem fácil e direta, sem muito 'mimimi', e, pra mim, isso nos envolve ainda mais, pois faz com que a história fique ainda mais real, longe de qualquer ficção e até mesmo de um livro que exige dicionários ao lado o tempo inteiro, dificultando assim o entendimento para algumas pessoas.


Uma coisa que chamou bastante a minha atenção foi o rodapé da maioria das páginas, pois são "explicações" para alguns termos que ele usa, e isso nos ajuda a entender um pouco mais o que passa na cabeça de Leonard. As coisas seriam mais fáceis se todos os livros tivessem isso, facilitaria tudo. Certeza!

O que me deixou um "triste" em relação ao livro inteiro foi o final, eu esperava um pouquinho mais, Matthew fez um livro perfeito até suas 4 últimas páginas, estava atrás de um desfecho completo, algo que me fizesse colocar Perdão, Leonardo Peacock como um dos meus três livros preferidos, faltou um pouquinho mais. Enfim, com tudo isso, ainda me sinto apegada por alguns personagens do livro e apesar do finalzinho ele está em algum lugar na lista dos meus livros prediletos. De zero a cinco dou quatro e meio!

Fica a indicação!


Espero que vocês gostem e quero saber o que vocês acharam, hein?
É isso!!!!


Beijitos


A probabilidade estatística do amor à primeira vista.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Oi, bonitezas!

Então, essa é a primeira resenha do ano! Uhul! Enfim, falarei sobre um dos livros que li durante as férias, como vocês puderam perceber, ele se chama "A probabilidade estatística do amor à primeira vista", é um livro da Editora Galera Record, possui 223 páginas e sua autora é a Jennifer E. Smith.



Devo dizer que o livro é maravilhoso, acreditem, a história acontece em apenas um dia, e a autora incrível soube escrever de uma forma que não ficou mútua, difícil de compreender, pelo contrário, ela soube resumir 24h de forma bem clara, sem erros, sem dificuldades. Isso me chamou bastante atenção.
Devo dizer que tenho uma certa "preguicinha" de ler livros com fontes pequenas, o que não foi o caso deste, pois as letras têm um tamanho super agradável, digamos que o tamanho certo.

"A probabilidade estatística do amor à primeira vista" é um livro super gostoso de ler, é o típico livro que te prende, que faz com que você passe horas sem levantar, sem conseguir tirar o olho da história, a autora sobre deixar aquele gostinho de quero mais em cada capítulo, e, para mim, livros assim são os que me proporcionam uma leitura deliciosa. Outra coisa que me prende nos livros é o uso da linguagem coloquial, aquela linguagem popular, de fácil entendimento. Sem tirar que há bastante o uso de linguagem e atitudes dos jovens de hoje em dia, coisas do cotidiano... enfim, está tudo pareado. 



É isso, super indico esse livro, sei que, assim como eu, muitos outros jovens se identificarão.
E, se você já leu, deixe aqui seu comentário sobre o livro, fique a vontade para fazer sua mini-resenha.

Vocês podem comprar o livro pelo site da Saraiva.

Beijitos!


Sintomas de amor.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Love is in the air

Ficamos. Terminamos. Nos falamos pela última vez em janeiro ou fevereiro deste ano, eu sentia a ausência de alguém nestes 11 ou 10 meses, mas não sabia exatamente de quem, preferi guardar este sentimento só pra mim e ver o que acontecia, já que nem eu mesma conseguia decifrar o turbilhão de coisas que se entrelaçavam na minha cabeça e no meu coração. Ligo o computador, entro no Twitter, Facebook e Youtube, sites de praxe, e, por mais incrível que pareça, ao acessar o youtube a primeira música que ouço é aquela que me lembra um certo alguém, ok, esse é o tipo de coisa que temos que superar. Volto para o facebook e vejo uma solicitação de amizade pendente. É ele. Ele me achou. Só pode ser o destino.

O coração acelera, a mão começa a suar, as pernas começam a trepidar, não sei o que pensar, muito menos o que falar. Olho o instagram, ganhei um seguidor, é ele. Ele também me achou no instagram! Como assim?! Juro que nunca pensei que ele fosse capaz de lembrar meu "sobrenome-não-registrado". Acho que ele é mais incrível do que eu pensava.
Chat no facebook, conversamos do mesmo jeito do dia em que nos conhecemos, em 2007. Parece que a conversa nunca teria fim, mas aí a minha insegurança gritava mais alto todas as vezes que ele demorava uns dois ou três minutos para responder, parece que ele sairia sem me dar tchau ou que, para ele, o assunto tinha acabado ali, mas não, ele demorava porque sempre fazia questão de usar palavras bonitas, sem abreviações e com mais de quatro linhas. Ele ainda é incrível. Pergunto da minha filha (no caso a irmã dele que - não sei porque - sempre me chamava de mãe), tia Helô e tio Alberto (meus ex-sogros), e ele, como sempre, fala da família com tanto amor e isso faz com que eu me encante ainda mais.

Conversamos sobre a vida durante umas 4 horas - as quatro horas mais rápidas da minha vida -, bate um medo da hora do tchau estar se aproximando, de nos despedirmos e demorarmos mais ainda para conversarmos de novo, enfim, ele precisa descansar, amanhã acorda cedo pra ir ao colégio. O frio na barriga continua e então ele, com o eterno poder de me acalmar, diz que agora, mesmo se não voltarmos a ser como éramos antes, estamos ligados acima de tudo pelo coração, pelo sentimento inacabável que temos um pelo outro e que independentemente do que o destino preparou pra nós, o que ele quer é a minha felicidade. E vice-versa. Talvez eu esteja boba demais escrevendo isso daqui, mas, talvez, isso também esteja entre os sintomas do amor. 

Adeus, solidão.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

darkness
Adeus, solidão. É o que pensei hoje depois de ter percebido que estava (quase) sozinha, minhas únicas companhias eram os incensos espalhados pela casa, papéis rabiscados, canetas e o som com a playlist com as 500 melhores músicas do mundo.
Eu não queria companhia melhor, ou melhor, não havia companhia melhor. As coisas que estavam ao meu redor são meus companheiros desde… desde… desde que eu me entendo por gente. Meus “melhores amigos”. Mas com o tempo percebi uma coisa: eu não preciso apenas deles. Eu preciso estar mais perto dos meus amigos, da minha família – sim, eu tenho amigos e família perto de mim-, mas eu preciso ter uma história com eles, ser muito mais do que uma ouvinte de momentos bons e ruins que eles viveram, eu preciso viver esse momento com eles. Preciso viver, é isso. Já sei o que acontece, como uma pisciana apegada resolvi logo criar um relacionamento com a solidão, mas um dia isso cansa, e eu cansei naquele momento. Pra sempre.
Cheguei á conclusão de que não sou da solidão. Ficar sozinho às vezes é bom, isso só não pode virar um costume, uma ‘sede’, porque uma hora vai fazer mal. E caso for necessário que ela se aproxime por um tempo deixe que ela fique apenas o fundamental. Digo e repito: não acolha a solidão para sempre. Dei o meu aviso. Hoje eu a deixo aqui, sozinha, para quem quer fazer dela uma grande companhia. Adeus, solidão.

Dezembro, finalmente.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

FuckYeahTeenagers

Demorou, mas chegou! Ufa. Juro que já não aguentava mais esperar por dezembro. Acreditem! Não é meu mês preferido, mas é o mês do fim daquilo que, em breve, terá um novo começo. É o fim do ano, fim de mais um ano na escola, fim das atividades que temos que fazer durante um ano, é a época de deixar todas as coisas ruins que aconteceram pra trás, época de renovação.
Dezembro é, pra mim, um mês de descanso, acredito que é pelo simples fato de ser o único no qual eu consigo viajar em paz, sem pensar em correria, em voltar logo pra resolver as coisas, mas, em compensação, deixo tudo pra janeiro e acabo me enrolando.

A ideia de que dezembro tem os únicos 31 dias que são feitos para descansar já prevalece tanto que já até me acostumei com o corre-corre de janeiro. Novos cursos, novas turmas, novos conteúdos, novas metas, tudo novo. Mas enfim, não preciso lembrar disso tudo agora, vou aproveitar para organizar as coisas das viagens (para SP e RJ - farei post sobre minhas férias nessas cidades ♥).

Dezembro, na verdade, não demorou tanto assim, chegou até que rápido, acontece que esse ano me cansou muito em todos os sentidos, já não aguentava mais. Mas, claro, esse ano também teve o lado bom, consegui criar o blog, quando eu tinha um tempinho, vinha e atualizava, tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis através dele, meu mundo de ideias se expandiu, a minha curiosidade sobre a blogosfera aumentou e tive a oportunidade de conhecer outros caminhos que foram/são/serão importantes pra mim! Prometo que ano que vem terei mais tempo de manter o Srta. Thaís (antigo Entre Razão e Emoção) sempre atualizado. Obrigada a todos vocês que sempre me deram incentivos, obrigada pelos comentários, sugestões e e-mails. Obrigada!
Ainda vou atualizar o blog esse mês, mas, de qualquer forma, tenham um ótimo Natal e um Ano Novo cheio de luz!!! ♥


Beijos,
Thaís. 

Quando você voltar

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Vovó Santa: Imagens

Eu fiz de tudo para fingir perfeitamente que apenas felicidade tomava conta de mim quando você me disse que foi escolhido para terminar seu curso na Alemanha, porém eu não sou nada boa em fingir e guardar palavras quando a questão é você. Estou muito feliz por ti, muito mesmo. Sei o quanto batalhou para conseguir isso e agradeço todos os dias por ter acompanhado, bem de pertinho, todo o seu esforço. A cada dia você me surpreende mais e mais, e a cada minutinho me sinto mais honrada de ser tua.
Sei que depois de ler isso você vai me chamar, de bobona, no mínimo. Ok, não me importo, já me acostumei. A ideia de ter que me afastar de você por um pouco mais de 365 dias fez com que eu me perdesse em trilhões de pensamentos e sentimentos. Fez com que o coração acelerasse no mesmo instante em que eu sentia os meus próprios batimentos cada vez mais raros.

Parte de mim se foi com você, e agora me sinto, mais uma vez, uma mulher incompleta, insegura - o que, nem de longe, eu deveria ser -. Em partes, você o responsável-pela-minha-segurança-pessoal, e se isso parece ser infantilidade, dane-se. Cada parte da minha casa parece ter um pouco de você, e a saudade bate cada vez mais forte. Se estou assistindo um filme, a primeira pessoa por quem procuro é você. Se estou preparando meu lanche, a minha vontade é de gritar perguntando se quer um também. Se vou deitar, me jogo na cama, e o primeiro cheiro que sinto é o seu. As ligações, as mensagens e as cartas já não me fazem esquecer, por um segundo que seja, a distância entre nós. Eu sinto falta dos beijos, dos abraços, dos carinhos, do tocar e até mesmo das brigas que sempre terminam bem. A única coisa que me conforta é saber que você está bem, está feliz e conquistando uma das coisas que você mais quis na vida!
Sinto uma vontade (quase) incontrolável de largar tudo e ir até você, mesmo sabendo que faltam poucos meses para te ter de novo. A questão é que ainda não aprendi a lidar com a distância, com a saudade que corrói e com a necessidade infinita de ter por perto.

Você sabe que suas coisas estão todas aqui para quando você voltar, tudo continua como você deixou. Quando você voltar, seremos de nós mesmos. De novo. Continuaremos com a vida, que mesmo com sua ausência momentânea, nunca deixou de ser nossa. A nossa vida. Todos os sentimentos ruins de meu-namorado-está-morando-longe se esgotarão no momento do reencontro. E você, seu bobo, vai ver que nunca deixei de ser tua. E que possamos viver o sentimento recíproco. 

Último trem

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

12:51

Hoje acordei com uma vontade incontrolável de largar tudo e ir atrás das coisas e pessoas que me faziam bem, e que eu, por conta das voltas do mundo, deixei pra trás.
Um cansaço enorme toma conta de mim. Cansei de algumas pessoas, cansei de correr atrás para tentar fazê-las enxergar o que apenas elas não conseguem, cansei de querer por perto. Enfim, cansei de tanta coisa. É, estou num processo de mudança, de desapego.

Não está sendo fácil, ah, não está sendo mesmo, mas, infelizmente, ainda existem pessoas que esquecem nossos valores, esquecem que existimos e só nos procuram quando realmente precisam, e então entramos na fase do "o que eu fiz de errado?" ou do "ok, eu sou mesmo uma idiota, ~a pessoa~ tá certa!" e quando isso acontece é porque já está passando da hora de esquecermos um pouquinho do mundo e olhar para si mesmo, olhar as coisas que estão ao nosso lado. Optei por isso e digo uma coisa: apesar de tudo, me sinto muito melhor agora. Vi quantas coisas e pessoas boas estavam ao meu redor, entrando na minha vida e colorindo-a sem que eu percebesse. Finalmente acordei e refleti sobre o passado e o presente, vi quantas pessoas maravilhosas deixei pra trás e quantas pessoas eu, de certa forma, estava "desvalorizando".

Ainda estou em tempo de voltar atrás, e é por isso que estou aqui, prestes a pegar o último trem para reencontrar meus amigos, as pessoas que me deram (e continuam) dando valor, aqueles que por diversas vezes me deram conselhos, riram, choraram e brigaram comigo, e que mesmo com toda minha ignorância não desistiram de mim. São eles que quero por perto, que eu quero valorizar, cuidar e amar. 

Não aprendi dizer adeus, não mesmo.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Não aprendi dizer adeus. Acredito que sei disso há muito tempo, mas a cada vez que descubro que hoje, amanhã ou depois precisarei me despedir, a certeza aumenta, e aumenta na mesma velocidade da dor que toma de conta. É como se cada momento vivido tivesse sido apagado naquele mesmo instante. As lembranças continuam, claro.
Paro e penso em cada segundo que vivi ao lado de vocês  que hoje, infelizmente, precisam seguir rumos diferentes (em lugares diferentes – longe de mim, no caso), precisam viver as surpresas da vida e tudo que eles planejaram para ela. Ah, cada momento… Momentos que eu gostaria de voltar atrás e vivê-los novamente, momentos que eu evito lembrar, enfim, momentos que amigos compartilham com a gente.
É uma mistura de sentimentos: tristeza pelo fato de saber que por um tempo a distância nos impedirá de dar os puxões de orelha cara-a-cara e de acompanhar cada conquista de pertinho, e felicidade por saber que as novas vidas começam, e que a cada dia vocês estão mais perto de alcançar aquilo que tanto querem. O “até logo” ainda não foi dado, estamos aqui, próximos, e eu já posso sentir cheiro de saudade. O que me conforta é saber que acima de tudo temos a amizade, e que independentemente da distância estaremos juntos. “Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto?”

Bem me quer, mal me quer.

domingo, 14 de abril de 2013

Bem me quer, mal me quer, bem me quer, mal me quer. Olho para baixo e vejo quantas pétalas foram desperdiçadas por conta de mais um pensamento bobo, são várias, são pétalas das violetas que minha avó cuidava com tanto carinho. Me sinto culpada agora. Culpada por ter destruído as flores da minha vó, culpada por ser tão confusa. Culpada!
Essa brincadeira aumentou minha indecisão, a cada hora era uma coisa diferente. Bem me quer, mal me quer. Oras, eu só quero ter certeza de que tudo que fiz e ainda estou fazendo vai ter valido a pena, não quero me decepcionar pela milésima vez, aliás eu não teria apelado dessa forma se eu não estivesse com medo de passar por tudo de novo, dias escuros, olhos inchados, lágrimas tomando conta do meu rosto, soluços inacabáveis, falta de apetite... CHEGA! Não gosto nem de falar nisso.
Ah, quer saber, vou deixar na mão do Sr. Tempo e da Sra. Vida, juntos eles vão me mostrar o que vai prevalecer.

Fim ou "quase fim".

sexta-feira, 22 de março de 2013

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Chegou o tão temido "fim". Chegou de forma inesperada e assustadora. Confesso que me sinto no pior dia da minha vida, sério. Parece que nada mais faz sentido, estou em busca de peças que se encaixam perfeitamente, mas parece que não há em nenhum canto e isso me machuca, me machuca muito. Tudo parecia tão perfeito, como se cada parte nossa tivesse se juntado a ponto de ser impossível desencaixá-las, mas isso não passava da visão de dois apaixonados que infelizmente não souberam segurar "as pontas" com maturidade suficiente, não quero colocar a culpa na tal da "maturidade", mas é o único motivo que ainda esteja disponível na minha cabeça. Eu não entendo, ontem estávamos tão bem, dando as gargalhadas mais gostosas possíveis e que só você conseguia tirar de mim e vice-versa,. De repente nosso relacionamento pede um tempo e tudo muda. Juro que não estava preparada psicologicamente para isso. Ahhh, deveria ser pra sempre, aliás já tínhamos feito tantos planos que com certeza encheria nosso "sempre", mas hoje acredito - ou devo acreditar - no que a grande Cássia Eller dizia/cantava e repetia sempre: "Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba?"

Eu sei que assim como eu, você não está bem. É, já procurei saber. Aliás, minha mania de querer saber sobre você a cada segundo não teve fim, e pelo visto nunca terá.
                         
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 Escrevendo esse texto estou demonstrando um pouco da minha "bipolaridade" que você conhece bem, bem até demais. Escrevo duas frases e choro, escrevo mais duas e fico parecendo uma boba sorrindo, lembrando de tudo que passamos juntos. Se lembra das vezes que jogamos na loteria e sempre falávamos que se um de nós dois ganhássemos, iríamos comprar nosso apartamento e fazer o casamento mais lindo de todos os tempos? E de quando brigávamos tentando entrar em um acordo sobre o nome dos nosso filhos futuramente, como iríamos educá-los e tudo? E daquela vez que ficamos quase um dia sem conversar por que você me mandou uma mensagem de madrugada e eu com meu sono pesadíssimo não consegui acordar? E das vezes que só pelo olhar sabíamos o que o outro queria dizer?
Ai meu Deus, era tudo tão perfeito... Essas lembranças serão eternas, sem sombras de dúvidas. Sei que muitos ao lerem isso vão ficar se perguntando: "ah, se era tão perfeito porque acabou?"
Na verdade não acabou - acredito que não - mas precisávamos de um tempo para nós mesmos, talvez tenhamos nos dedicado apenas para o próximo e acabamos esquecendo de si mesmos, por isso falei da maturidade logo no começo, é preciso saber dividir nosso tempo, o que talvez não soubemos fazer.
Não quero que esse "tempo" que demos dure muito tempo, estou sofrendo com isso, só de pensar que amanhã o clima de quando nos olharmos vai ser um clima, querendo ou não, tenso. Que vai doer pelo fato de não poder pular no teu colo e te dar um beijo, como eu fazia de costume. Vai doer também por que te chamar de "amor", "bebê", e outros apelidinhos meigos que eu coloquei em você, vai ser "estranho". Mas tenha certeza de uma coisa, enquanto esse "nosso tempo" permanecer, muitas coisas vão parecer estranhas, muitas coisas vão doer e vão mudar, mas uma coisa nunca mudará - eu sei disso e você também -, o amor, carinho e respeito que temos um pelo outro, isso é e sempre foi essencial na nossa relação e que seja assim sempre! Acima de tudo, eu te amo.




Curtiu? Divulguem o texto e deixem seus comentários, são sempre importantes!
Beijinhos em todos vocês! 








Erros... erros.

segunda-feira, 18 de março de 2013

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Erros. Erros. Erros.
Erros são vistos em todos os lugares, em todas as pessoas... digamos que erros estão em tudo - ou, quase tudo -. Uma hora vamos cansar de ver erros em todos cantos - se é que ainda não cansamos - mas isso é algo inevitável. Erros existem sim, e vão estar ao nosso lado até que a vida acabe. É preciso saber lidar com os mesmos, principalmente com os meus, com os seus, com os nossos.
Ah, quem me dera poder viver sem errar, mas é como minha avó diria: "são com os erros que aprendemos a fazer o que é certo". 
Parando pra pensar essa é a mais pura verdade. Aliás, nem sempre. Existem pessoas que estão muito mais acostumadas a errar e não ir em busca de um corretivo para aquilo. Isso me deixa sem ter o que pensar, chego à conclusão de que pode ser burrice, mas muitas vezes penso que não. Ah, sei lá, fico confusa em relação a isso. 
Eu erro tanto, tanto, tanto, que às vezes acho que seria possível encher o mundo com todas as minhas mancadas, sinto muito, mas se quiserem estar comigo tenho que dizer que vão ter que se acostumar com meus erros. Isso não é só comigo, tenho certeza. Nunca vamos deixar de cometer erros. Podemos sim criar uma imagem perfeita e passar para o próximo, mas uma coisa eu te garanto, isso não vai durar por muito tempo, não vai mesmo.
Antes eu tinha medo de errar, queria ser a menina perfeita, mas cresci e hoje aperto o foda-se pra tal da perfeição, não vou ficar batalhando por algo que sei que não vou conseguir nunca. Pra mim foi bom querer criar uma imagem de menininha perfeita no começo, porque pude ver que tudo era questão de fantasia muito cedo, e hoje vejo pessoas mais velhas do que eu querendo se enquadrar nos padrões da perfeição. Gente, não rola, é sério. Acreditem!
Ninguém é perfeito. Pelo menos nunca encontrei alguém perfeito pelas ruas da vida, se vocês já encontraram, por favor, me apresentem.

Espero que tenham gostado, meus amores!
Um super beijo e até a próxima! 




Olhos fechados.

quinta-feira, 7 de março de 2013

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Ah, quem me dera se eu pudesse passar minha vida inteira de olhos fechados. Essa imagem já diz tudo: "O mundo é mais bonito de olhos fechados." 
Na verdade é porque de olhos fechados podemos "montar" nosso próprio mundo, esquecer o que já nos fez ou nos faz mal. Mas calma, pensem em coisas boas, senão não adianta fechar os olhos, aliás o problema ainda estará sendo visto de certa forma, ou seja, continuará nos fazendo mal. Quando fecho os olhos, trago para perto de mim lembranças, momentos que passaram mas que serão para sempre lembrados, e quando isso acontece (na maioria das vezes!) me pego dando aquele sorrisinho bobo que há tempos não dava. 
Fecho os olhos e reflito sobre cada coisa que fiz ou deixei de fazer no dia, faço mil e um planos, me imagino em vários lugares, com várias pessoas, enfim, eu crio o meu mundo.
Mas uma coisa me desanima, o fato de saber que uma hora terei que abrir os olhos e ver coisas que não queria.. Droga! Tudo que eu queria era poder ficar com os olhos fechados pra sempre e mesmo assim continuar vivendo, mas acho que se isso acontecesse eu sentiria falta desse mundo louco. Não posso me isolar em um mundo que não existe, em um mundo que só existirá por cinco, dez, quinze, vinte minutos... Não posso! É horrível ter a sensação de criar um mundo e não conseguir entrar nele porque a tal da realidade não deixa. Talvez vocês me entendam, ou não. 
Fechar os olhos é, pra mim, uma ligação entre "eu" e "eu" mesma. Só eu no meu próprio mundo, longe de reclamações, gritaria, coisas desagradáveis e outras coisas que estão presentes no nosso dia-a-dia e são ridículas. Do tipo de coisa que se vê na televisão todo dia.
"O mundo é realmente mais bonito de olhos fechados." Acreditarei nisso até que me provem o contrário.



É isso bonitas e bonitos!
Espero que tenham gostado!!
Beijitos!!





"A Culpa é das Estrelas".



Hey! Como vocês estão?

Então, a resenha de hoje é sobre o livro ""A Culpa é das Estrelas" do John Green. 
Sei que quem me acompanha nas redes sociais sabe que estou prometendo essa resenha há um tempo, mas infelizmente o corre-corre diário me impediu de fazer essa resenha antes. Mas é claro que agora estou aqui pra cumprir minha promessa! Rs. Quero deixar bem claro que esse livro é algo tão especial pra mim que eu queria fazer a resenha em um vídeo, mas acabou que não deu certo por agora. Triste. Enfim, eu disse que esse livro é especial, e antes que me perguntem: não, eu não tenho câncer.
O livro é especial pra mim porque quando o ganhei senti que junto com ele veio uma porção de lição, e assim foi, todo página que eu lia adquiria também um grande aprendizado, coisas da vida, coisas que talvez quem já leu saiba do que estou falando. É isso. Vamos começar! (Prometo fazer com que através dessa resenha vocês entenda o motivo desse livro ser tão importante e fazer também com que vocês sintam vontade de lê-lo).

Sinopse: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos -, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Bom, Hazel é uma menina de 16 anos que tem câncer desde os 13, no começo as esperanças de sobrevivência eram minímas, Hazel Grace era uma paciente em caso terminal. Mas, graças a um remédio experimental o tempo de vida de Hazel foi aumentando, hoje ela vive com doses diárias desse remédio, o falanxifor que ajudou na diminuição de seus tumores nos pulmões (Ah, Hazel tinha câncer na tireoide com metástase nos pulmões). Tem como "principais companheiros" (sem eles seria difícil dela levar a vida que tem): tanques de oxigênio e cânulas no nariz. A mãe de Hazel começou a achá-la meu depressiva, sem amigos, sem uma vida como a de outros jovens, o que ela precisaria ter mesmo com uma doença como o câncer ao seu lado. Então resolve colocá-la num Grupo de Apoio a Crianças com Câncer onde ela conhece pessoas especiais, como por exemplo, o Gus (Augustus Waters), sim, o cara por quem ela se apaixona e juntos fazem desse livro o melhor livro do mundo (pelo menos pra mim).



Eles são incríveis, são pessoas que mesmo com uma doença tão horrível conseguem manter o bom-humor, o que é um dos principais ingredientes para ter uma vida boa, conseguem se divertir com as "vantagens do câncer" como os mesmos definem. Eu fiquei completamente apaixonada por eles, confesso que chorei 65% do tempo em que ficava lendo esse livro, eu realmente me apaguei a cada um deles, é como se eu tivesse lido o diário de alguém que eu conhecesse há tanto tempo, sabe quando sua melhor amiga te conta um história que você vai levar pra vida inteira? Pois é. Me senti assim. Era como se os conhecesse, eu me identificava com a maneira de viver de cada um. A cada página que eu folheava a minha vontade era de trazê-los para meu mundo (ou entrar no livro) só para poder abraçá-los sem fim. Como o livro é narrado pela Hazel e ela é uma adolescente a linguagem do filme também é uma linguagem jovem, o que faz que nos identifiquemos o dobro, ou quem sabe até o triplo.

É... Eu queria ter mais palavras para falar mais do livro, mas palavras não são tão importantes quando o que se sente é mais forte. O que eu tenho pra dizer é que o livro é incrível, o autor é incrível, a história é incrível, Hazel e Gus são incríveis, Isaac é incrível, enfim é TUDO incrível. O livro traz lições de vida. E se um livro tem isso pra mim ele já é maravilhoso. 




Espero que tenham gostado!
Caso já tenha lido o livro, nos conte o que achou. 
Se ainda não leu, leia e passe aqui. Certeza que não vai se arrepender!

Beijitos!

Por Thaís Oliveira



  


     

Medo de ter medo.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

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Hoje me perguntaram sobre as lembranças que eu tinha da infância. Parei um pouco pra pensar, queria contar uma lembrança que talvez fosse interessante pra eles também, pensei bastante, até por que a infância já passou por mim há tanto tempo que é difícil pensar rápido sobre algo do passado. Lembrei de 2004, devo dizer que até hoje foi um dos melhores anos da minha vida, foi o ano que comecei a me socializar de verdade, não conversava apenas com as pessoas da minha sala, conversava com quase todo mundo da escola (que não era uma escola grande) e então comecei a sempre querer ficar com a turminha dos mais velhos (que já tinham pensamentos mais evoluídos , até que um dia eles se juntaram pra fazer uma rodinha de perguntas (não, não era verdade ou consequência), era começo de ano e então todos queriam conhecer os novatos e etc. Nesse dia fui participar do jogo de perguntas, até que uma pergunta (que foi feita pra mim) fez com que eu pensasse muito para poder responder. A pergunta foi: qual é o seu maior medo? 
Foi uma pergunta difícil de ser respondida imediatamente, pensei um pouco e logo veio a resposta foi que meu maior medo era perder meus pais, e entrar numa tremenda solidão. Hoje, com mais idade, com mais experiência de vida puder perceber que o meu maior e eterno medo é o de sentir medo. Medo de ter medo. Não sei explicar e como sempre vocês vão pensar que sou louca ou coisa do tipo. Vou tentar explicar, "vejo" o medo como um bichinho que fica com a gente e que é alimentado, alimentado de medo, e a cada alimento que ele recebe ele cresce. Uma hora o "medo" fica maior do que a gente, nos impedindo de fazer diversas coisas, e, por isso devemos parar de alimentá-lo, devemos enfrentar as coisas de cabeça erguida, sem deixar com que ele tome frente e te impeça de fazer aquilo que você pensa, aquilo que você quer. O medo vira um obstáculo, talvez o maior deles.
Tentei explicar isso para os que me perguntaram sobre as lembranças da infância, no começo eles ficaram confusos, não sabiam exatamente o que eu queria dizer, mas essa pergunta também os fizeram refletir sobre, até que eles chegaram na mesma conclusão que eu.

 "O medo é feio, o medo dá medo."


Este texto é fictício.

Espero que tenham gostado!
Até a próxima.

Xoxo!

Por Thaís Oliveira






Novas latinhas da Coca Diet.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


Estava procurando saber sobre o que fazer com latas de refrigerantes, cervejas e etc, então vejam o que achei, as novas latinhas da Coca Diet que ainda não chegaram ao mercado europeu. As latinhas foram assinadas pelo estilista Marc Jacob.  

Ainda não se sabe quando e até mesmo se as latas vão chegar ao Brasil. Mas, tenho uma notícia boa para quem mora ou visitará em breve a Europa, em pouco tempo as latinhas já estarão no mercado!

De uma coisa tenho certeza: quero colecioná-las. Vejam como são fofas!!!
#EuQuero

Achei interessante e resolvi postar... Quem tiver mais informações, podem comentar!

Beijos!!!

Por Thaís Oliveira

Vida monótona.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

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Eram exatamente três e meia da manhã quando despertei, não consegui entender, mas naquela noite algo tirou meu sono de uma forma quase inacreditável, acordei como se não tivesse ao menos cochilado ou como quem tivesse bebido litros e litros de energético, o que não era meu caso. Levantei silenciosamente - como de costume - para que ninguém mais despertasse, peguei meu celular e pela milésima vez dei uma conferida no horário que parecia não passar, sentei na rede que ficava na varanda e fui pensar na vida já que o corre-corre diário quase não deixava. Uma conclusão pós-pensamento: eu levo uma vida monótona, totalmente monótona. Sei que acabei de falar sobre o "corre-corre diário" e é exatamente disso que estou falando. Eu corro contra o tempo, tenho milhões de coisas pra fazer em um dia - o que já não é novidade, aliás meu hábito de deixar tudo pra cima da hora nunca mudou, e acho que não mudará - e no final das contas eu sempre faço as mesmas coisas. Não há novidades na minha vida, acreditem. Eu saio com meus amigos, sempre vou a lugares diferentes, mas no fim das contas eu sempre vejo a mesmice tomar de conta. Percebi que todas as vezes que converso com pessoas através das redes sociais e elas me perguntam se tenho novidades a resposta é "não" pelo simples fato de realmente não ter o que contar. As coisas que acontecem na minha vida precisam me surpreender, eu preciso ter a certeza de que aquilo é realmente novo e que fará diferença na minha vida. Fiquei pensando nisso durante horas e horas e eu mesma pude perceber que o problema não é e nunca foi da vida, mas sim meu... O problema está em mim, por mais que novidades aconteçam na minha vida eu dou um jeito de mudar tudo - mesmo que involuntariamente - e deixar aquilo com a mesma cara das outras coisas. Isso está ficando confuso pra vocês, eu sei. Mas na minha cabeça tudo começa a ficar claro, claro até demais, talvez quem já passou (ou passa) por isso consiga me entender. Está na hora de mudar minha rotina, eu preciso trazer pra mim as coisas novas que passam pela minha frente mas que meus olhos não querem ver. Eu preciso mudar meus costumes, preciso correr atrás das novidades, preciso começar a enxergar o mundo do próximo também e ver que tudo, tudo aquilo que passa por mim pode sim ser uma novidade. Tenho consciência de que meu "eu" de hoje pode ser novidade para meu "eu" de ontem. Já está amanhecendo, preciso me deitar e quem sabe voltar a dormir. Eu serei minha maior novidade a partir de amanhã. Eu prometo!




Espero que tenham gostado e que aproveitem parte disso, usem isso como uma novidade pra vocês também.

Até a próxima!
Texto por Thaís Oliveira

Beijos!!!


Thaís Oliveira

Um melhor amigo...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

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Antes de qualquer coisa…

Quando é que vão “engolir” a amizade entre uma menina e um menino sem antes perguntar: “vocês estão namorando ou só ficando mesmo?”? 

Ouço isso e fico me perguntando “em que mundo estou vivendo?”, aliás hoje é muito mais fácil manter uma amizade firme com alguém do sexo oposto do que com pessoas do mesmo sexo, acreditem. Quer dizer, pelo menos eu acho, eu sou assim.

Por que para quem está ao nosso redor a nossa relação com um amigo deve ser sempre um namoro (ou um lance como pensariam os “modernos”) e nunca uma boa e grande amizade?

Claro que não podemos esquecer daquele casal de amigos onde um deles acaba se apaixonando e depois sofre porque o outro não quer perder ou estragar a amizade, daqueles onde os dois se apaixonam e vão vivendo “felizes para sempre”.  E tem aqueles que é só amizade, esse é o casal principal desse post.

Amizade entre uma menina e um menino é um dos assuntos que realmente dão o que falar, principalmente quando um visita a casa do outro, estão sempre juntos, e quando não estão juntos não param de trocar mensagens... Enfim, há vários motivos que dão aquele "empurrãozinho" básico pra família e outros amigos começarem a falar, a perguntar, e aquela encheção de saco só aumentar. Acho que está na hora (na verdade, mais do que na hora) de cada um colocar a cabecinha no século XXI e perceber que uma menina pode sim ter um melhor amigo homem e vice-versa. 

Eu particularmente sou apaixonadíssima pelos meus amigos homens, eles já me ajudaram com tanta coisa, me dão apoio sempre e quando eu preciso de receber uns gritos, umas chamadas sobre algo que estou fazendo de errado sei que posso contar com eles, às vezes estou chateada e antes de ligar pra qualquer outra pessoa o primeiro número que disco é o do meu melhor amigo, ele já sabe todos os meus tipos de drama, pelo jeito que falo ele já sabe o que eu preciso ouvir, ah, são tantas coisas, coisas que quem tem um melhor amigo sabe do que estou falando... Já "sofremos" tanto com essas perguntas de família, de coleguinhas, conhecidos que hoje já não nos preocupamos mais. Sim, é chato, mas é o tipo de coisa que depois que acostuma já era.

A grande "chave" pra ter uma amizade preciosa com um amigo é: Aprender a NUNCA confundir as coisas e também não dar ouvidos aos comentários (muitas vezes maldosos) que sempre vão fazer.

Um desabafo "pré-mudança".

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Quantas vezes não gritei dizendo que queria morrer, que queria ter a pior doença possível, quantas vezes eu pensava no porque de estar viva sendo que tantas pessoas boas, pessoas que não eram julgadas a cada minuto, pessoas realmente importantes para as outras já tinham morrido e eu que era uma pessoa tão “imprestável” estava aqui, cheia de saúde além de estar no lugar deles, lembro que o meu maior desejo durante essa “turbulência” era de sumir neste mundo, ou melhor, sumir desta vida, aliás eu não passava de uma pessoa que a cada segundo era julgada por tudo aquilo que fazia, e até mesmo por tudo que deixava de fazer, era uma pessoa que estava prestes a se afastar dos amigos, para mim os melhores amigos do mundo, dos professores com quem tanto aprendi coisas da vida também, da escola que mais marcou, enfim, eu ia me afastar de tudo que era melhor pra mim e mesmo com tantas opiniões positivas eu não me acostumava com a ideia de mudar, amigos conversavam comigo sobre o assunto dizendo que eu teria mais oportunidades, não só amigos como parentes, professores e até pessoas que eu nunca tinha visto na vida, mas nada me fazia mudar de ideia e mais uma vez aquela vontade de morrer chegou e dentro de mim permanece até o momento que pensei comigo mesma: "Se Deus está me dando a oportunidade de ficar viva, de ter saúde é porque ainda tenho coisas para fazer aqui neste mundo, não só fazer, mas também aprender".

A partir desse pensamento esse meu momento mudou completamente, e finalmente consegui abrir os olhos para a realidade, e no fundo eu sabia que não iria perder amigos, pois aqueles que realmente amigos estarão pra sempre comigo, os meus professores seriam pra sempre os meus professores, aliás eles não passam lição para um dia, eles passam para uma vida, hoje, pensando bem eu não tinha motivos para ficar daquele jeito porque eu tinha família, amigos, moradia, alimentação, tinha tudo na mão, estudava em colégio bom, e também tinha o mais importante, carinho e amor, eu não precisava de mais nada para ser feliz, e por causa de uma mudança pensava em fazer tanta besteira… E hoje, deixo a mensagem para quem está passando pela mesma coisa, ou por algo semelhante: Antes de qualquer passo olhe ao seu redor e faça um balanço de tudo que você tem e de tudo que você espera do seu futuro, faça com atenção antes que seja tarde demais para voltar atrás, pois com apenas um passo errado, em falso, você pode se desequilibrar e cair feio. Se você acha que aprender com os próprios erros é ruim e faz sofre, não queira aprender com uma vida que você não quer viver. Não tenham medo das mudanças que a vida oferece, elas são necessárias, hoje você não percebe, mas amanhã você tem o resultado.

Espero que não tenham se assustado com esse meu momento, esse texto foi escrito há 2 anos quando descobri que iria mudar da cidade na qual fui criada. Foi um drama... Acho que vocês perceberam.

Ah, já me recuperei dessa fase e hoje estou feliz com tudo que está acontecendo na minha vida!

Xoxo!
Até a próxima!

Por Thaís Oliveira


Infantilidade

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Hoje em dia é até estranho (e raro) falar em infantilidade e pensar apenas em crianças, aliás quem nunca conheceu uma “tiazona” ou um “tiozão” que se achava super maduro enquanto só tinha mostrado imaturidade? Isso é até engraçado, porque se pararmos pra pensar muitas crianças agem até com mais maturidade do que alguns adolescentes, e adultos, muitas vezes porquê os mais velhos querem dominar o mundo da maturidade e acabam não tendo o mesmo, sei que essa parte ficou confusa, por isso vamos pensar assim: “Muitas pessoas querem mostrar o que não possuem, no caso a maturidade.” Lembrem-se: Muitas ≠ Todas.

Agora vai uma perguntinha básica, pra quê tudo isso? Pelo menos pra mim “infantilidade” é uma fase, o que próprio nome já diz “pertencente às crianças”, gente, pára tudo, em pleno século XXI nem as próprias crianças se deixam levar por essa “fase”, ah, para quem ainda não sacou o que estou falando, o assunto aqui não é sobre um adolescente, um adulto que brinca de carrinho, bonecos, faz coleções das coisas mais bestas do mundo, enfim, estou me referindo á parte “psicológica”, ou seja, o que cada um tenta demonstrar, brigar por coisas que não tem nada a ver, fazer escândalos desnecessariamente, querer mostrar o que não é só pra conquistar aquele menino, ou aquela menina que nunca te dá bola, enfim, criar um mundo totalmente diferente da realidade e acabar se entregando à ele é de todas as maneiras a tal da “infantilidade”, as pessoas precisam ser mais pé no chão, saber fazer o que é certo na hora certa, fixar os pensamentos naquilo que está acontecendo ao nosso redor, não tem mais o que falar, mostre qual é o seu caráter, mostre que mesmo com pouca ou muita idade você tem a capacidade de se manter 'sã'.

A infantilidade vai fazendo com que você crie um mundo diferente, um mundo que talvez só você entenda, um mundo fora da realidade, e hoje em dia as pessoas precisam ser certas, perceber de verdade o que acontece ao seu redor, é isso, procurem manter comportamentos que façam com que as pessoas gostem de você pelo que você é, sem precisar fazer joguinho furado, jogar um "nhénhénhem" nem sempre é bom e por muitas vezes é ridículo.

“As dores causadas pela realidade podem durar muito menos do que as dores causadas por um mundo que não existe, as feridas vão se abrir, a dor vai aumentar e quando você decidir voltar à realidade pode ser tarde demais.” - Thaís Oliveira


Espero que tenham gostado!
Até o próximo post.
Beijos!!!

Por Thaís Oliveira

 
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