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Novo começo.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

 :)

"Que esse fim não traga dor, pois é apenas um novo começo..."

Acreditem, essa frase da música Novo Começo - Chimarruts me fez pensar em milhões de coisas, algumas não fizeram sentindo, já outras... 
Enfim, devo confessar que senti um apertinho no coração de ter que abandonar 2013, afinal, ele não foi ruim pra mim, apesar de todas as complicações - as mesmas que passamos durante todos os anos de nossa vida - ele foi maravilhoso. Pode ser que eu tenha amadurecido o suficiente para recolher todos os erros e transformá-los em acertos, ou até mesmo apagá-los da lista de coisas que, de certa forma, me deixam cabisbaixa. 

Acredito que os anos passam para que possamos recomeçar. Devemos transformar os anos seguintes em anos melhores. Melhores em tudo. Levo comigo a ideia de que 2013 foi bom, mas que 2014 pode ser melhor ainda. Cabe a nós preencher os 365 dias desse ano com coisas maravilhosas, coisas que nos fazem bem. Corram atrás, façam o possível!

 Muitos tombos serão tomados, mas não tem problema, somos fortes o suficiente para levantarmos e seguir em frente. Tenham a certeza de uma coisa: sentar e esperar o tempo passar não vai te levar a lugar nenhum e muitos menos entregar coisas boas em suas mãos. Você precisa agir. Procure ser feliz. Seja feliz. Permita que a felicidade tome de conta. Os ares serão outros. Saiba disso. Não sente ao esperar que 2014 seja lindo, faça-o ser lindo. A vida é tão curta para seguir sentado, então levante e vá, siga e aproveite.


Sintomas de amor.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Love is in the air

Ficamos. Terminamos. Nos falamos pela última vez em janeiro ou fevereiro deste ano, eu sentia a ausência de alguém nestes 11 ou 10 meses, mas não sabia exatamente de quem, preferi guardar este sentimento só pra mim e ver o que acontecia, já que nem eu mesma conseguia decifrar o turbilhão de coisas que se entrelaçavam na minha cabeça e no meu coração. Ligo o computador, entro no Twitter, Facebook e Youtube, sites de praxe, e, por mais incrível que pareça, ao acessar o youtube a primeira música que ouço é aquela que me lembra um certo alguém, ok, esse é o tipo de coisa que temos que superar. Volto para o facebook e vejo uma solicitação de amizade pendente. É ele. Ele me achou. Só pode ser o destino.

O coração acelera, a mão começa a suar, as pernas começam a trepidar, não sei o que pensar, muito menos o que falar. Olho o instagram, ganhei um seguidor, é ele. Ele também me achou no instagram! Como assim?! Juro que nunca pensei que ele fosse capaz de lembrar meu "sobrenome-não-registrado". Acho que ele é mais incrível do que eu pensava.
Chat no facebook, conversamos do mesmo jeito do dia em que nos conhecemos, em 2007. Parece que a conversa nunca teria fim, mas aí a minha insegurança gritava mais alto todas as vezes que ele demorava uns dois ou três minutos para responder, parece que ele sairia sem me dar tchau ou que, para ele, o assunto tinha acabado ali, mas não, ele demorava porque sempre fazia questão de usar palavras bonitas, sem abreviações e com mais de quatro linhas. Ele ainda é incrível. Pergunto da minha filha (no caso a irmã dele que - não sei porque - sempre me chamava de mãe), tia Helô e tio Alberto (meus ex-sogros), e ele, como sempre, fala da família com tanto amor e isso faz com que eu me encante ainda mais.

Conversamos sobre a vida durante umas 4 horas - as quatro horas mais rápidas da minha vida -, bate um medo da hora do tchau estar se aproximando, de nos despedirmos e demorarmos mais ainda para conversarmos de novo, enfim, ele precisa descansar, amanhã acorda cedo pra ir ao colégio. O frio na barriga continua e então ele, com o eterno poder de me acalmar, diz que agora, mesmo se não voltarmos a ser como éramos antes, estamos ligados acima de tudo pelo coração, pelo sentimento inacabável que temos um pelo outro e que independentemente do que o destino preparou pra nós, o que ele quer é a minha felicidade. E vice-versa. Talvez eu esteja boba demais escrevendo isso daqui, mas, talvez, isso também esteja entre os sintomas do amor. 

Adeus, solidão.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

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Adeus, solidão. É o que pensei hoje depois de ter percebido que estava (quase) sozinha, minhas únicas companhias eram os incensos espalhados pela casa, papéis rabiscados, canetas e o som com a playlist com as 500 melhores músicas do mundo.
Eu não queria companhia melhor, ou melhor, não havia companhia melhor. As coisas que estavam ao meu redor são meus companheiros desde… desde… desde que eu me entendo por gente. Meus “melhores amigos”. Mas com o tempo percebi uma coisa: eu não preciso apenas deles. Eu preciso estar mais perto dos meus amigos, da minha família – sim, eu tenho amigos e família perto de mim-, mas eu preciso ter uma história com eles, ser muito mais do que uma ouvinte de momentos bons e ruins que eles viveram, eu preciso viver esse momento com eles. Preciso viver, é isso. Já sei o que acontece, como uma pisciana apegada resolvi logo criar um relacionamento com a solidão, mas um dia isso cansa, e eu cansei naquele momento. Pra sempre.
Cheguei á conclusão de que não sou da solidão. Ficar sozinho às vezes é bom, isso só não pode virar um costume, uma ‘sede’, porque uma hora vai fazer mal. E caso for necessário que ela se aproxime por um tempo deixe que ela fique apenas o fundamental. Digo e repito: não acolha a solidão para sempre. Dei o meu aviso. Hoje eu a deixo aqui, sozinha, para quem quer fazer dela uma grande companhia. Adeus, solidão.

Quando você voltar

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Vovó Santa: Imagens

Eu fiz de tudo para fingir perfeitamente que apenas felicidade tomava conta de mim quando você me disse que foi escolhido para terminar seu curso na Alemanha, porém eu não sou nada boa em fingir e guardar palavras quando a questão é você. Estou muito feliz por ti, muito mesmo. Sei o quanto batalhou para conseguir isso e agradeço todos os dias por ter acompanhado, bem de pertinho, todo o seu esforço. A cada dia você me surpreende mais e mais, e a cada minutinho me sinto mais honrada de ser tua.
Sei que depois de ler isso você vai me chamar, de bobona, no mínimo. Ok, não me importo, já me acostumei. A ideia de ter que me afastar de você por um pouco mais de 365 dias fez com que eu me perdesse em trilhões de pensamentos e sentimentos. Fez com que o coração acelerasse no mesmo instante em que eu sentia os meus próprios batimentos cada vez mais raros.

Parte de mim se foi com você, e agora me sinto, mais uma vez, uma mulher incompleta, insegura - o que, nem de longe, eu deveria ser -. Em partes, você o responsável-pela-minha-segurança-pessoal, e se isso parece ser infantilidade, dane-se. Cada parte da minha casa parece ter um pouco de você, e a saudade bate cada vez mais forte. Se estou assistindo um filme, a primeira pessoa por quem procuro é você. Se estou preparando meu lanche, a minha vontade é de gritar perguntando se quer um também. Se vou deitar, me jogo na cama, e o primeiro cheiro que sinto é o seu. As ligações, as mensagens e as cartas já não me fazem esquecer, por um segundo que seja, a distância entre nós. Eu sinto falta dos beijos, dos abraços, dos carinhos, do tocar e até mesmo das brigas que sempre terminam bem. A única coisa que me conforta é saber que você está bem, está feliz e conquistando uma das coisas que você mais quis na vida!
Sinto uma vontade (quase) incontrolável de largar tudo e ir até você, mesmo sabendo que faltam poucos meses para te ter de novo. A questão é que ainda não aprendi a lidar com a distância, com a saudade que corrói e com a necessidade infinita de ter por perto.

Você sabe que suas coisas estão todas aqui para quando você voltar, tudo continua como você deixou. Quando você voltar, seremos de nós mesmos. De novo. Continuaremos com a vida, que mesmo com sua ausência momentânea, nunca deixou de ser nossa. A nossa vida. Todos os sentimentos ruins de meu-namorado-está-morando-longe se esgotarão no momento do reencontro. E você, seu bobo, vai ver que nunca deixei de ser tua. E que possamos viver o sentimento recíproco. 

Último trem

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

12:51

Hoje acordei com uma vontade incontrolável de largar tudo e ir atrás das coisas e pessoas que me faziam bem, e que eu, por conta das voltas do mundo, deixei pra trás.
Um cansaço enorme toma conta de mim. Cansei de algumas pessoas, cansei de correr atrás para tentar fazê-las enxergar o que apenas elas não conseguem, cansei de querer por perto. Enfim, cansei de tanta coisa. É, estou num processo de mudança, de desapego.

Não está sendo fácil, ah, não está sendo mesmo, mas, infelizmente, ainda existem pessoas que esquecem nossos valores, esquecem que existimos e só nos procuram quando realmente precisam, e então entramos na fase do "o que eu fiz de errado?" ou do "ok, eu sou mesmo uma idiota, ~a pessoa~ tá certa!" e quando isso acontece é porque já está passando da hora de esquecermos um pouquinho do mundo e olhar para si mesmo, olhar as coisas que estão ao nosso lado. Optei por isso e digo uma coisa: apesar de tudo, me sinto muito melhor agora. Vi quantas coisas e pessoas boas estavam ao meu redor, entrando na minha vida e colorindo-a sem que eu percebesse. Finalmente acordei e refleti sobre o passado e o presente, vi quantas pessoas maravilhosas deixei pra trás e quantas pessoas eu, de certa forma, estava "desvalorizando".

Ainda estou em tempo de voltar atrás, e é por isso que estou aqui, prestes a pegar o último trem para reencontrar meus amigos, as pessoas que me deram (e continuam) dando valor, aqueles que por diversas vezes me deram conselhos, riram, choraram e brigaram comigo, e que mesmo com toda minha ignorância não desistiram de mim. São eles que quero por perto, que eu quero valorizar, cuidar e amar. 

Não aprendi dizer adeus, não mesmo.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Não aprendi dizer adeus. Acredito que sei disso há muito tempo, mas a cada vez que descubro que hoje, amanhã ou depois precisarei me despedir, a certeza aumenta, e aumenta na mesma velocidade da dor que toma de conta. É como se cada momento vivido tivesse sido apagado naquele mesmo instante. As lembranças continuam, claro.
Paro e penso em cada segundo que vivi ao lado de vocês  que hoje, infelizmente, precisam seguir rumos diferentes (em lugares diferentes – longe de mim, no caso), precisam viver as surpresas da vida e tudo que eles planejaram para ela. Ah, cada momento… Momentos que eu gostaria de voltar atrás e vivê-los novamente, momentos que eu evito lembrar, enfim, momentos que amigos compartilham com a gente.
É uma mistura de sentimentos: tristeza pelo fato de saber que por um tempo a distância nos impedirá de dar os puxões de orelha cara-a-cara e de acompanhar cada conquista de pertinho, e felicidade por saber que as novas vidas começam, e que a cada dia vocês estão mais perto de alcançar aquilo que tanto querem. O “até logo” ainda não foi dado, estamos aqui, próximos, e eu já posso sentir cheiro de saudade. O que me conforta é saber que acima de tudo temos a amizade, e que independentemente da distância estaremos juntos. “Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto?”

Aniversário de Brasília - Balonismo

sábado, 4 de maio de 2013

Chuchus!
Cheguei bem atrasada pra fazer esse post, eu sei. Mas mesmo assim não desanimei de mostrar pra vocês algumas fotos que tirei por lá.
Bom, o aniversário de Brasília foi no dia 21 de abril (domingo retrasado), e como sempre, a comemoração foi na Esplanada. Muitas atividades culturais, shows, e a coisa mais bonita da semana: o festival de Balões.
Não resisti e tive que registrar alguns momentos de alguns desse balões maravilhosos! Nunca tinha visto tantos balões juntos e sendo "montados". Foi incrível! Realmente encantador. Brasília ficou muito mais bonita!
Queria muito ter conseguido voar de balão, mas não deu certo dessa vez, quem sabe ano que vem eu não traga fotos de lá do alto pra vocês! ;)
Beijitos!













Fim ou "quase fim".

sexta-feira, 22 de março de 2013

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Chegou o tão temido "fim". Chegou de forma inesperada e assustadora. Confesso que me sinto no pior dia da minha vida, sério. Parece que nada mais faz sentido, estou em busca de peças que se encaixam perfeitamente, mas parece que não há em nenhum canto e isso me machuca, me machuca muito. Tudo parecia tão perfeito, como se cada parte nossa tivesse se juntado a ponto de ser impossível desencaixá-las, mas isso não passava da visão de dois apaixonados que infelizmente não souberam segurar "as pontas" com maturidade suficiente, não quero colocar a culpa na tal da "maturidade", mas é o único motivo que ainda esteja disponível na minha cabeça. Eu não entendo, ontem estávamos tão bem, dando as gargalhadas mais gostosas possíveis e que só você conseguia tirar de mim e vice-versa,. De repente nosso relacionamento pede um tempo e tudo muda. Juro que não estava preparada psicologicamente para isso. Ahhh, deveria ser pra sempre, aliás já tínhamos feito tantos planos que com certeza encheria nosso "sempre", mas hoje acredito - ou devo acreditar - no que a grande Cássia Eller dizia/cantava e repetia sempre: "Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba?"

Eu sei que assim como eu, você não está bem. É, já procurei saber. Aliás, minha mania de querer saber sobre você a cada segundo não teve fim, e pelo visto nunca terá.
                         
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 Escrevendo esse texto estou demonstrando um pouco da minha "bipolaridade" que você conhece bem, bem até demais. Escrevo duas frases e choro, escrevo mais duas e fico parecendo uma boba sorrindo, lembrando de tudo que passamos juntos. Se lembra das vezes que jogamos na loteria e sempre falávamos que se um de nós dois ganhássemos, iríamos comprar nosso apartamento e fazer o casamento mais lindo de todos os tempos? E de quando brigávamos tentando entrar em um acordo sobre o nome dos nosso filhos futuramente, como iríamos educá-los e tudo? E daquela vez que ficamos quase um dia sem conversar por que você me mandou uma mensagem de madrugada e eu com meu sono pesadíssimo não consegui acordar? E das vezes que só pelo olhar sabíamos o que o outro queria dizer?
Ai meu Deus, era tudo tão perfeito... Essas lembranças serão eternas, sem sombras de dúvidas. Sei que muitos ao lerem isso vão ficar se perguntando: "ah, se era tão perfeito porque acabou?"
Na verdade não acabou - acredito que não - mas precisávamos de um tempo para nós mesmos, talvez tenhamos nos dedicado apenas para o próximo e acabamos esquecendo de si mesmos, por isso falei da maturidade logo no começo, é preciso saber dividir nosso tempo, o que talvez não soubemos fazer.
Não quero que esse "tempo" que demos dure muito tempo, estou sofrendo com isso, só de pensar que amanhã o clima de quando nos olharmos vai ser um clima, querendo ou não, tenso. Que vai doer pelo fato de não poder pular no teu colo e te dar um beijo, como eu fazia de costume. Vai doer também por que te chamar de "amor", "bebê", e outros apelidinhos meigos que eu coloquei em você, vai ser "estranho". Mas tenha certeza de uma coisa, enquanto esse "nosso tempo" permanecer, muitas coisas vão parecer estranhas, muitas coisas vão doer e vão mudar, mas uma coisa nunca mudará - eu sei disso e você também -, o amor, carinho e respeito que temos um pelo outro, isso é e sempre foi essencial na nossa relação e que seja assim sempre! Acima de tudo, eu te amo.




Curtiu? Divulguem o texto e deixem seus comentários, são sempre importantes!
Beijinhos em todos vocês! 








Erros... erros.

segunda-feira, 18 de março de 2013

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Erros. Erros. Erros.
Erros são vistos em todos os lugares, em todas as pessoas... digamos que erros estão em tudo - ou, quase tudo -. Uma hora vamos cansar de ver erros em todos cantos - se é que ainda não cansamos - mas isso é algo inevitável. Erros existem sim, e vão estar ao nosso lado até que a vida acabe. É preciso saber lidar com os mesmos, principalmente com os meus, com os seus, com os nossos.
Ah, quem me dera poder viver sem errar, mas é como minha avó diria: "são com os erros que aprendemos a fazer o que é certo". 
Parando pra pensar essa é a mais pura verdade. Aliás, nem sempre. Existem pessoas que estão muito mais acostumadas a errar e não ir em busca de um corretivo para aquilo. Isso me deixa sem ter o que pensar, chego à conclusão de que pode ser burrice, mas muitas vezes penso que não. Ah, sei lá, fico confusa em relação a isso. 
Eu erro tanto, tanto, tanto, que às vezes acho que seria possível encher o mundo com todas as minhas mancadas, sinto muito, mas se quiserem estar comigo tenho que dizer que vão ter que se acostumar com meus erros. Isso não é só comigo, tenho certeza. Nunca vamos deixar de cometer erros. Podemos sim criar uma imagem perfeita e passar para o próximo, mas uma coisa eu te garanto, isso não vai durar por muito tempo, não vai mesmo.
Antes eu tinha medo de errar, queria ser a menina perfeita, mas cresci e hoje aperto o foda-se pra tal da perfeição, não vou ficar batalhando por algo que sei que não vou conseguir nunca. Pra mim foi bom querer criar uma imagem de menininha perfeita no começo, porque pude ver que tudo era questão de fantasia muito cedo, e hoje vejo pessoas mais velhas do que eu querendo se enquadrar nos padrões da perfeição. Gente, não rola, é sério. Acreditem!
Ninguém é perfeito. Pelo menos nunca encontrei alguém perfeito pelas ruas da vida, se vocês já encontraram, por favor, me apresentem.

Espero que tenham gostado, meus amores!
Um super beijo e até a próxima! 




Quinze anos...

terça-feira, 12 de março de 2013

Hoje (13/03/2013) completo meus quinze anos, idade que para muitas meninas é "A" idade. Aliás acontecem muitas festas que vão dar o que falar na escola, novidades pra todo canto, os presentes mais lindos e que serão inesquecíveis e/ou viagens para lugares maravilhosos, e é claro, que marcará um dia especial. Mas pra mim é apenas mais uma idade "normal", acho que uma fase especial da menina não está resumida em uma idade, mas sim na maturidade, não são todas as meninas de 15 anos que são maduras o suficiente pra assumir essa "mudança" de fase. Lembrem-se, curtir a madrugada com os amigos fazendo o que bem quer, não significa ser madura.

É um dia normal, porém especial como todos os meus outros 14 anos atrás, o considero especial por tantos motivos, por passar mais um ano da minha vida ao lado de pessoas que eu amo, por ter aprendido tanta coisa nesses anos de vida, errei, acertei, a indecisão chegou, a certeza permaneceu, aconteceram coisas mais do que especiais, aprendi a dar ouvido às coisas que todas as pessoas falam, independente se for coisa boa ou coisa ruim, e aproveitar isso para usá-las no meu crescimento pessoal.

 Já recebi ligações, mensagens, presentes e acho que nesse dia cada atitude das pessoas que estão do meu lado sempre faz com que eu me ache especial e tão querida que não sei como explicar, vocês devem me entender. Agradeço por tudo que Deus me proporcionou nesses anos de vida!
Esse é o meu primeiro aniversário com um blog e é claro que eu não poderia deixar de agradecer a cada um que me acompanha aqui, pelo twitter, pelo facebook, instagram, enfim, obrigada a todos vocês que também estão participando dessa data especial!!!!

Welcome, 15 years!

Olhos fechados.

quinta-feira, 7 de março de 2013

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Ah, quem me dera se eu pudesse passar minha vida inteira de olhos fechados. Essa imagem já diz tudo: "O mundo é mais bonito de olhos fechados." 
Na verdade é porque de olhos fechados podemos "montar" nosso próprio mundo, esquecer o que já nos fez ou nos faz mal. Mas calma, pensem em coisas boas, senão não adianta fechar os olhos, aliás o problema ainda estará sendo visto de certa forma, ou seja, continuará nos fazendo mal. Quando fecho os olhos, trago para perto de mim lembranças, momentos que passaram mas que serão para sempre lembrados, e quando isso acontece (na maioria das vezes!) me pego dando aquele sorrisinho bobo que há tempos não dava. 
Fecho os olhos e reflito sobre cada coisa que fiz ou deixei de fazer no dia, faço mil e um planos, me imagino em vários lugares, com várias pessoas, enfim, eu crio o meu mundo.
Mas uma coisa me desanima, o fato de saber que uma hora terei que abrir os olhos e ver coisas que não queria.. Droga! Tudo que eu queria era poder ficar com os olhos fechados pra sempre e mesmo assim continuar vivendo, mas acho que se isso acontecesse eu sentiria falta desse mundo louco. Não posso me isolar em um mundo que não existe, em um mundo que só existirá por cinco, dez, quinze, vinte minutos... Não posso! É horrível ter a sensação de criar um mundo e não conseguir entrar nele porque a tal da realidade não deixa. Talvez vocês me entendam, ou não. 
Fechar os olhos é, pra mim, uma ligação entre "eu" e "eu" mesma. Só eu no meu próprio mundo, longe de reclamações, gritaria, coisas desagradáveis e outras coisas que estão presentes no nosso dia-a-dia e são ridículas. Do tipo de coisa que se vê na televisão todo dia.
"O mundo é realmente mais bonito de olhos fechados." Acreditarei nisso até que me provem o contrário.



É isso bonitas e bonitos!
Espero que tenham gostado!!
Beijitos!!





Tudo mudou...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

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Tudo mudou. Nada é como antes. Parece que mudei de mundo. Não, não é exagero, pelo menos não para mim. Isso deve ser consequência da idade. Calma, eu disse deve ser? Ai meu Deus, como sou boba, é claro que isso é consequência da idade, não sou mais aquela menininha ingênua de vestido rosa com rendinhas que passava o dia sentada num balanço cantando aquelas cantigas de roda. Cresci. E nesse crescimento a responsabilidade e a maturidade vieram junto. Ah, antes era tudo que eu mais queria... Ser considerada uma adolescente! Mas é que era tudo tão mais fácil, há 5 anos eu via as adolescentes sorrindo, com seus namorados, melhores amigas - daquelas de filmes americanos - que na realidade são raras, meninas independentes e que faziam tudo quando e como bem queriam. Era tudo tão encantador. Pois é, cheguei na fase tão esperada, e tudo que vejo é a duplicação de obstáculos, "amigas" aparecendo na minha vida e poucas - as verdadeiras - permanecendo, regras em cada lugar que chego, horário marcado pra ir e pra voltar, é tudo uma merda! Calma, não tudo, há partes que apareceram e desapareceram rapidamente, mas não é possível que em todo esse tempo que me falta para sair da adolescência nada mais que me faça bem irá aparecer. Não é possível. Não quero nem pensar numa coisa dessa. Na moral, por que antes tudo era tão fácil? As vezes acho que eu poderia ter continuado com aquele olhar simples de quando eu tinha meus 9, 10 anos. Mas quando penso nisso chego à conclusão que a "queda" na realidade poderia ter sido maior e obviamente mais dolorida. Não sei o que pensar na verdade, eu só queria uma forma de entender tudo isso, por que nossa vida é separada em fases com direito ao "fácil", "médio", "difícil" e "expert"? Se estou no nível médio prefiro ficar por aqui, não me atrevo a tentar chegar no expert. Eu só precisava entender tudo isso. Só. Estou cansando de tantas coisas, cansando de tentar entender, cansando até de cansar. É horrível. Mas se isso é mesmo só uma fase eu quero que passe, mas que passe rápido. Assim seja. 




E aí, o que acharam?? Gostaram?
É, isso é tudo que penso!
Espero que se identifiquem e/ou que tenham gostado!

Beijinhos!

Por Thaís Oliveira

Medo de ter medo.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

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Hoje me perguntaram sobre as lembranças que eu tinha da infância. Parei um pouco pra pensar, queria contar uma lembrança que talvez fosse interessante pra eles também, pensei bastante, até por que a infância já passou por mim há tanto tempo que é difícil pensar rápido sobre algo do passado. Lembrei de 2004, devo dizer que até hoje foi um dos melhores anos da minha vida, foi o ano que comecei a me socializar de verdade, não conversava apenas com as pessoas da minha sala, conversava com quase todo mundo da escola (que não era uma escola grande) e então comecei a sempre querer ficar com a turminha dos mais velhos (que já tinham pensamentos mais evoluídos , até que um dia eles se juntaram pra fazer uma rodinha de perguntas (não, não era verdade ou consequência), era começo de ano e então todos queriam conhecer os novatos e etc. Nesse dia fui participar do jogo de perguntas, até que uma pergunta (que foi feita pra mim) fez com que eu pensasse muito para poder responder. A pergunta foi: qual é o seu maior medo? 
Foi uma pergunta difícil de ser respondida imediatamente, pensei um pouco e logo veio a resposta foi que meu maior medo era perder meus pais, e entrar numa tremenda solidão. Hoje, com mais idade, com mais experiência de vida puder perceber que o meu maior e eterno medo é o de sentir medo. Medo de ter medo. Não sei explicar e como sempre vocês vão pensar que sou louca ou coisa do tipo. Vou tentar explicar, "vejo" o medo como um bichinho que fica com a gente e que é alimentado, alimentado de medo, e a cada alimento que ele recebe ele cresce. Uma hora o "medo" fica maior do que a gente, nos impedindo de fazer diversas coisas, e, por isso devemos parar de alimentá-lo, devemos enfrentar as coisas de cabeça erguida, sem deixar com que ele tome frente e te impeça de fazer aquilo que você pensa, aquilo que você quer. O medo vira um obstáculo, talvez o maior deles.
Tentei explicar isso para os que me perguntaram sobre as lembranças da infância, no começo eles ficaram confusos, não sabiam exatamente o que eu queria dizer, mas essa pergunta também os fizeram refletir sobre, até que eles chegaram na mesma conclusão que eu.

 "O medo é feio, o medo dá medo."


Este texto é fictício.

Espero que tenham gostado!
Até a próxima.

Xoxo!

Por Thaís Oliveira






Vida monótona.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

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Eram exatamente três e meia da manhã quando despertei, não consegui entender, mas naquela noite algo tirou meu sono de uma forma quase inacreditável, acordei como se não tivesse ao menos cochilado ou como quem tivesse bebido litros e litros de energético, o que não era meu caso. Levantei silenciosamente - como de costume - para que ninguém mais despertasse, peguei meu celular e pela milésima vez dei uma conferida no horário que parecia não passar, sentei na rede que ficava na varanda e fui pensar na vida já que o corre-corre diário quase não deixava. Uma conclusão pós-pensamento: eu levo uma vida monótona, totalmente monótona. Sei que acabei de falar sobre o "corre-corre diário" e é exatamente disso que estou falando. Eu corro contra o tempo, tenho milhões de coisas pra fazer em um dia - o que já não é novidade, aliás meu hábito de deixar tudo pra cima da hora nunca mudou, e acho que não mudará - e no final das contas eu sempre faço as mesmas coisas. Não há novidades na minha vida, acreditem. Eu saio com meus amigos, sempre vou a lugares diferentes, mas no fim das contas eu sempre vejo a mesmice tomar de conta. Percebi que todas as vezes que converso com pessoas através das redes sociais e elas me perguntam se tenho novidades a resposta é "não" pelo simples fato de realmente não ter o que contar. As coisas que acontecem na minha vida precisam me surpreender, eu preciso ter a certeza de que aquilo é realmente novo e que fará diferença na minha vida. Fiquei pensando nisso durante horas e horas e eu mesma pude perceber que o problema não é e nunca foi da vida, mas sim meu... O problema está em mim, por mais que novidades aconteçam na minha vida eu dou um jeito de mudar tudo - mesmo que involuntariamente - e deixar aquilo com a mesma cara das outras coisas. Isso está ficando confuso pra vocês, eu sei. Mas na minha cabeça tudo começa a ficar claro, claro até demais, talvez quem já passou (ou passa) por isso consiga me entender. Está na hora de mudar minha rotina, eu preciso trazer pra mim as coisas novas que passam pela minha frente mas que meus olhos não querem ver. Eu preciso mudar meus costumes, preciso correr atrás das novidades, preciso começar a enxergar o mundo do próximo também e ver que tudo, tudo aquilo que passa por mim pode sim ser uma novidade. Tenho consciência de que meu "eu" de hoje pode ser novidade para meu "eu" de ontem. Já está amanhecendo, preciso me deitar e quem sabe voltar a dormir. Eu serei minha maior novidade a partir de amanhã. Eu prometo!




Espero que tenham gostado e que aproveitem parte disso, usem isso como uma novidade pra vocês também.

Até a próxima!
Texto por Thaís Oliveira

Beijos!!!


Thaís Oliveira

Um melhor amigo...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

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Antes de qualquer coisa…

Quando é que vão “engolir” a amizade entre uma menina e um menino sem antes perguntar: “vocês estão namorando ou só ficando mesmo?”? 

Ouço isso e fico me perguntando “em que mundo estou vivendo?”, aliás hoje é muito mais fácil manter uma amizade firme com alguém do sexo oposto do que com pessoas do mesmo sexo, acreditem. Quer dizer, pelo menos eu acho, eu sou assim.

Por que para quem está ao nosso redor a nossa relação com um amigo deve ser sempre um namoro (ou um lance como pensariam os “modernos”) e nunca uma boa e grande amizade?

Claro que não podemos esquecer daquele casal de amigos onde um deles acaba se apaixonando e depois sofre porque o outro não quer perder ou estragar a amizade, daqueles onde os dois se apaixonam e vão vivendo “felizes para sempre”.  E tem aqueles que é só amizade, esse é o casal principal desse post.

Amizade entre uma menina e um menino é um dos assuntos que realmente dão o que falar, principalmente quando um visita a casa do outro, estão sempre juntos, e quando não estão juntos não param de trocar mensagens... Enfim, há vários motivos que dão aquele "empurrãozinho" básico pra família e outros amigos começarem a falar, a perguntar, e aquela encheção de saco só aumentar. Acho que está na hora (na verdade, mais do que na hora) de cada um colocar a cabecinha no século XXI e perceber que uma menina pode sim ter um melhor amigo homem e vice-versa. 

Eu particularmente sou apaixonadíssima pelos meus amigos homens, eles já me ajudaram com tanta coisa, me dão apoio sempre e quando eu preciso de receber uns gritos, umas chamadas sobre algo que estou fazendo de errado sei que posso contar com eles, às vezes estou chateada e antes de ligar pra qualquer outra pessoa o primeiro número que disco é o do meu melhor amigo, ele já sabe todos os meus tipos de drama, pelo jeito que falo ele já sabe o que eu preciso ouvir, ah, são tantas coisas, coisas que quem tem um melhor amigo sabe do que estou falando... Já "sofremos" tanto com essas perguntas de família, de coleguinhas, conhecidos que hoje já não nos preocupamos mais. Sim, é chato, mas é o tipo de coisa que depois que acostuma já era.

A grande "chave" pra ter uma amizade preciosa com um amigo é: Aprender a NUNCA confundir as coisas e também não dar ouvidos aos comentários (muitas vezes maldosos) que sempre vão fazer.

Meu "encontro" com a ailurofobia.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

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Olá!!!

Bom, hoje resolvi escrever um pouco sobre a "ailurofobia", para quem não sabe ailurofobia é a fobia, o medo de gatos, é considerada uma fobia simples, porém há casos que a pessoa "ailurofóbica" chega a agredir o animal. Calma, não comecem a me xingar, eu jamais (J*A*M*A*I*S) agrediria um animal, até mesmo porque eu gosto de todos os animais, eu não sei como esse medo surgiu, segundo minha mãe eu nunca fui arranhada, e eu não tive tanta convivência com gatos para dizermos que foi alguma outra coisa, enfim, não sei.

Descobri que eu tinha ailurofobia durante um almoço na casa de uma amiga da minha mãe, quando cheguei eu não tinha visto os gatos, e detalhe eram oito gatos, e até então eu não tinha apresentado nenhum comportamento estranho, eu sabia que ali tinham gatos, mas como não tinha visto fiquei tranquila, até que na hora de almoçar um dos gatos veio por debaixo da mesa e ficou esfregando o rabo dele nas minha pernas, pronto, o escândalo começou, na época eu tinha uns 7 anos e aí comecei a chorar, no começo todo mundo achava que era frescura, mas a minha mãe começou a perceber que era sério quando eu via um gato, eu chorava sempre, mas hoje como eu cresci eu já sei controlar mais esse medo, por exemplo eu não consigo segurá-los no colo, mas se ele está do meu lado eu fico tranquila (ou pelo menos acho que fico tranquila).

Tem tratamento, mas nunca procurei fazê-lo, é uma coisa que eu mesma posso mudar em mim, não é fácil, mas eu posso, e a minha como é considerada simples é mais fácil de controlar, não é preciso psicólogo, remédios e outras 'coisitas'.

Bom, se vocês conhecem alguém ou têm ailurofobia conte sua história!

Espero que tenham gostado!
Até a próxima.

Xoxo!

Por Thaís Oliveira


Um desabafo "pré-mudança".


Quantas vezes não gritei dizendo que queria morrer, que queria ter a pior doença possível, quantas vezes eu pensava no porque de estar viva sendo que tantas pessoas boas, pessoas que não eram julgadas a cada minuto, pessoas realmente importantes para as outras já tinham morrido e eu que era uma pessoa tão “imprestável” estava aqui, cheia de saúde além de estar no lugar deles, lembro que o meu maior desejo durante essa “turbulência” era de sumir neste mundo, ou melhor, sumir desta vida, aliás eu não passava de uma pessoa que a cada segundo era julgada por tudo aquilo que fazia, e até mesmo por tudo que deixava de fazer, era uma pessoa que estava prestes a se afastar dos amigos, para mim os melhores amigos do mundo, dos professores com quem tanto aprendi coisas da vida também, da escola que mais marcou, enfim, eu ia me afastar de tudo que era melhor pra mim e mesmo com tantas opiniões positivas eu não me acostumava com a ideia de mudar, amigos conversavam comigo sobre o assunto dizendo que eu teria mais oportunidades, não só amigos como parentes, professores e até pessoas que eu nunca tinha visto na vida, mas nada me fazia mudar de ideia e mais uma vez aquela vontade de morrer chegou e dentro de mim permanece até o momento que pensei comigo mesma: "Se Deus está me dando a oportunidade de ficar viva, de ter saúde é porque ainda tenho coisas para fazer aqui neste mundo, não só fazer, mas também aprender".

A partir desse pensamento esse meu momento mudou completamente, e finalmente consegui abrir os olhos para a realidade, e no fundo eu sabia que não iria perder amigos, pois aqueles que realmente amigos estarão pra sempre comigo, os meus professores seriam pra sempre os meus professores, aliás eles não passam lição para um dia, eles passam para uma vida, hoje, pensando bem eu não tinha motivos para ficar daquele jeito porque eu tinha família, amigos, moradia, alimentação, tinha tudo na mão, estudava em colégio bom, e também tinha o mais importante, carinho e amor, eu não precisava de mais nada para ser feliz, e por causa de uma mudança pensava em fazer tanta besteira… E hoje, deixo a mensagem para quem está passando pela mesma coisa, ou por algo semelhante: Antes de qualquer passo olhe ao seu redor e faça um balanço de tudo que você tem e de tudo que você espera do seu futuro, faça com atenção antes que seja tarde demais para voltar atrás, pois com apenas um passo errado, em falso, você pode se desequilibrar e cair feio. Se você acha que aprender com os próprios erros é ruim e faz sofre, não queira aprender com uma vida que você não quer viver. Não tenham medo das mudanças que a vida oferece, elas são necessárias, hoje você não percebe, mas amanhã você tem o resultado.

Espero que não tenham se assustado com esse meu momento, esse texto foi escrito há 2 anos quando descobri que iria mudar da cidade na qual fui criada. Foi um drama... Acho que vocês perceberam.

Ah, já me recuperei dessa fase e hoje estou feliz com tudo que está acontecendo na minha vida!

Xoxo!
Até a próxima!

Por Thaís Oliveira


Infantilidade

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Hoje em dia é até estranho (e raro) falar em infantilidade e pensar apenas em crianças, aliás quem nunca conheceu uma “tiazona” ou um “tiozão” que se achava super maduro enquanto só tinha mostrado imaturidade? Isso é até engraçado, porque se pararmos pra pensar muitas crianças agem até com mais maturidade do que alguns adolescentes, e adultos, muitas vezes porquê os mais velhos querem dominar o mundo da maturidade e acabam não tendo o mesmo, sei que essa parte ficou confusa, por isso vamos pensar assim: “Muitas pessoas querem mostrar o que não possuem, no caso a maturidade.” Lembrem-se: Muitas ≠ Todas.

Agora vai uma perguntinha básica, pra quê tudo isso? Pelo menos pra mim “infantilidade” é uma fase, o que próprio nome já diz “pertencente às crianças”, gente, pára tudo, em pleno século XXI nem as próprias crianças se deixam levar por essa “fase”, ah, para quem ainda não sacou o que estou falando, o assunto aqui não é sobre um adolescente, um adulto que brinca de carrinho, bonecos, faz coleções das coisas mais bestas do mundo, enfim, estou me referindo á parte “psicológica”, ou seja, o que cada um tenta demonstrar, brigar por coisas que não tem nada a ver, fazer escândalos desnecessariamente, querer mostrar o que não é só pra conquistar aquele menino, ou aquela menina que nunca te dá bola, enfim, criar um mundo totalmente diferente da realidade e acabar se entregando à ele é de todas as maneiras a tal da “infantilidade”, as pessoas precisam ser mais pé no chão, saber fazer o que é certo na hora certa, fixar os pensamentos naquilo que está acontecendo ao nosso redor, não tem mais o que falar, mostre qual é o seu caráter, mostre que mesmo com pouca ou muita idade você tem a capacidade de se manter 'sã'.

A infantilidade vai fazendo com que você crie um mundo diferente, um mundo que talvez só você entenda, um mundo fora da realidade, e hoje em dia as pessoas precisam ser certas, perceber de verdade o que acontece ao seu redor, é isso, procurem manter comportamentos que façam com que as pessoas gostem de você pelo que você é, sem precisar fazer joguinho furado, jogar um "nhénhénhem" nem sempre é bom e por muitas vezes é ridículo.

“As dores causadas pela realidade podem durar muito menos do que as dores causadas por um mundo que não existe, as feridas vão se abrir, a dor vai aumentar e quando você decidir voltar à realidade pode ser tarde demais.” - Thaís Oliveira


Espero que tenham gostado!
Até o próximo post.
Beijos!!!

Por Thaís Oliveira

Altos e baixos - fácil ou difícil

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


Neste momento talvez você esteja passando por um momento difícil. Talvez este momento difícil seja por causa dos problemas que você tem com a sua família pelo fato deles nunca te entenderem, ou melhor, nunca procurarem te entender, e sempre te julgarem, seja pelo modo de falar, de se vestir, de lidar com o próximo ou até mesmo pelo fato de você ser uma pessoa retraída, pode ser também porque você descobriu que aquela sua amiga ou aquele seu amigo nunca foi o “irmão” ou a “irmã” que você pensava que tinha e na hora que você mais precisou olhou pros lados e sua única companhia era aquele seu celular onde todas as músicas alegres te lembravam ela/e e todas as músicas calmas, digamos, as músicas tristes te faziam ficar cabisbaixa, e como companhia você também tinha aquele tão conhecido pensamento, “que merda, como pude ser tão otária/o em pensar que alguém estaria sempre comigo, disposto a me ajudar nas horas boas e ruins?”, seu momento difícil pode ser por que você descobriu que seu “príncipe” resolveu se transformar visivelmente em uma pessoa que você jamais iria imaginar, aquele “eu te amo” virou um “não quero te ver nunca mais”, o status do facebook “em um relacionamento sério” virou no seu pensamento um “solteira para sempre”, mas sabemos que nada disso é fácil, você passa dias, meses e até anos se dedicando para agradar a cada segundo mais a pessoa, você gasta seus créditos (ou recebe uma conta de telefone que você sabe que quando seu pai ver vai te matar), deixa de fazer um trabalho importante pra escrever cartinhas fofas que você sabe/acha que vai colocar um sorriso no rosto da pessoa, enfim, você passa tempos e tempos fazendo para o próximo aquilo que talvez ele nem merecesse, e mais uma vez toma uma facada, a pessoa não quer mais ouvir sua voz, não quer mais te ver, e nem quer sequer saber como você está, e mais uma vez lá vai você e seu pensamento bobo, “como eu poderia ter achado que aquele babaca era o cara da minha vida, o eterno genro dos meus pais, o pai dos meu filhos?”, e a bagunça na sua mente volta com tudo e você já não sabe mais o que fazer a não ser chorar e pedir pra Deus te levar (quem nunca, né?), você começa a achar que sua vida é uma merda, mas calma, podemos dizer que você começa a ser egoísta (sim, egoísta mesmo), aliás você começa esquecer que a vida também tem seu lado bom, e que nela também há pessoas boas, pessoas que querem te ver bem, que lutam por um sorriso seu, e que mesmo brigando com você, só querem te ver crescer, a vida é assim, é como uma montanha, tem seus altos e baixos, se você não passar pela parte baixa, jamais dará valor na parte alta, e que graça tem isso tudo, viver sem saber o valor das coisas? Não, não adianta procurar, você não vai achar graça se não souber tudo isso que Deus te proporcionou. Pense comigo, quantas pessoas queriam ter pelo menos uma mãe ou um pai do lado? Quantas pessoas não consegue ter amigos pelo fato de serem negros, de seguirem uma religião diferente ou por não poderem enxergar, ou falar e ouvir? Agora veja bem, tantas pessoas sofrendo de verdade por falta de alimentação, pela ausência definitiva da família, e mesmo assim lutando pra viver mesmo com a solidão sendo sua maior companheira e você aí, sem querer enxergar que está cercada por pessoas que querem seu bem. Na vida há tempos em que nos sentimos nada mais, nada menos que apenas mais uma no meio de bilhões de pessoas, e há tempos também que conseguimos enxergar o lado bom de tudo e nos sentir uma pessoa importante, que é o que realmente somos. Talvez leve um bom tempo, mas faça de tudo para enxergar o lado bom das coisas pela “brechinha” da porta que está aberta pra você, e sem dúvidas encontrará. 

              “Conheça os dois lugares da vida, o alto e o baixo, senão você nunca saberá dar o valor merecido a cada coisa que foi proporcionado à você.”  - Thaís Oliveira 

 
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