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Perdão, Leonard Peacock.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Oi, bonitezas!

A resenha de hoje é sobre o segundo livro que li durante as férias, o primeiro foi o 'A probabilidade estatística do amor à primeira vista' , e o segundo Perdão, Leonard Peacock, é um livro da Editora Intrínseca, possui 223 páginas e é um romance de Matthew Quick (o mesmo autor de O lado bom da vida).




Este livro me surpreendeu muito, apesar de ter comprado-o pelo título, pensei que não gostaria pelo fato de, no começo, ter coisas que envolvem a Segunda Guerra Mundial, afinal não gosto desse tipo de livro, mas enfim, Perdão, Leonard Peacock me prendeu e conforme a leitura ia fluindo fui gostando, e gostando muito! É um livro que nos envolve totalmente, confesso que em algumas partes me senti amiga do personagem principal e até senti vontade de fazer alguma coisa para impedi-lo de fazer as coisas que ele tanto quer, isso parece loucura, mas talvez este seja o grande poder de Matthew Quick.

Matthew Quick usa uma linguagem fácil e direta, sem muito 'mimimi', e, pra mim, isso nos envolve ainda mais, pois faz com que a história fique ainda mais real, longe de qualquer ficção e até mesmo de um livro que exige dicionários ao lado o tempo inteiro, dificultando assim o entendimento para algumas pessoas.


Uma coisa que chamou bastante a minha atenção foi o rodapé da maioria das páginas, pois são "explicações" para alguns termos que ele usa, e isso nos ajuda a entender um pouco mais o que passa na cabeça de Leonard. As coisas seriam mais fáceis se todos os livros tivessem isso, facilitaria tudo. Certeza!

O que me deixou um "triste" em relação ao livro inteiro foi o final, eu esperava um pouquinho mais, Matthew fez um livro perfeito até suas 4 últimas páginas, estava atrás de um desfecho completo, algo que me fizesse colocar Perdão, Leonardo Peacock como um dos meus três livros preferidos, faltou um pouquinho mais. Enfim, com tudo isso, ainda me sinto apegada por alguns personagens do livro e apesar do finalzinho ele está em algum lugar na lista dos meus livros prediletos. De zero a cinco dou quatro e meio!

Fica a indicação!


Espero que vocês gostem e quero saber o que vocês acharam, hein?
É isso!!!!


Beijitos


A probabilidade estatística do amor à primeira vista.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Oi, bonitezas!

Então, essa é a primeira resenha do ano! Uhul! Enfim, falarei sobre um dos livros que li durante as férias, como vocês puderam perceber, ele se chama "A probabilidade estatística do amor à primeira vista", é um livro da Editora Galera Record, possui 223 páginas e sua autora é a Jennifer E. Smith.



Devo dizer que o livro é maravilhoso, acreditem, a história acontece em apenas um dia, e a autora incrível soube escrever de uma forma que não ficou mútua, difícil de compreender, pelo contrário, ela soube resumir 24h de forma bem clara, sem erros, sem dificuldades. Isso me chamou bastante atenção.
Devo dizer que tenho uma certa "preguicinha" de ler livros com fontes pequenas, o que não foi o caso deste, pois as letras têm um tamanho super agradável, digamos que o tamanho certo.

"A probabilidade estatística do amor à primeira vista" é um livro super gostoso de ler, é o típico livro que te prende, que faz com que você passe horas sem levantar, sem conseguir tirar o olho da história, a autora sobre deixar aquele gostinho de quero mais em cada capítulo, e, para mim, livros assim são os que me proporcionam uma leitura deliciosa. Outra coisa que me prende nos livros é o uso da linguagem coloquial, aquela linguagem popular, de fácil entendimento. Sem tirar que há bastante o uso de linguagem e atitudes dos jovens de hoje em dia, coisas do cotidiano... enfim, está tudo pareado. 



É isso, super indico esse livro, sei que, assim como eu, muitos outros jovens se identificarão.
E, se você já leu, deixe aqui seu comentário sobre o livro, fique a vontade para fazer sua mini-resenha.

Vocês podem comprar o livro pelo site da Saraiva.

Beijitos!


The Cure / A Cura - Filme

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Oi bonitezas, então, mais uma vez fiquei estava na correria (ensino médio não é fácil, né?!) e por isso fiquei sumidinha do blog, mas estou de volta!

Como não escrevo sobre filmes há um tempo, resolvi escrever sobre um dos filmes mais lindos que já assisti na vida, "The Cure" (no Brasíl: "A Cura". Em Portugal: "Laços de Amizade").



"A Cura" é um filme norte-americano, do gênero drama, lançado em 1995 e dura 110 minutos (aprox. 1h50min), dirigido por Peter Horton e com roteiro de Robert Kuhn.

Pouquíssimos filmes conseguem me emocionar a ponto de me fazerem chorar até 2 horas depois do filme, acreditem, foi exatamente isso que aconteceu, o filme terminou e eu continuei chorando. Poderia falar sobre cada detalhe que me fizeram ficar tão comovida, mas se eu contar, não será a mesma coisa. Assistam e saberão exatamente do que estou falando :)

O filme fala de um menino chamado Erik (Brad Renfro) que é vizinho de Dexter (Joseph Mazzello), um jovem de 11 anos e que tem AIDS, Dexter não tem amigos por ter o vírus e então acaba brincando sozinho sempre, o outro, apesar de ser um menino totalmente saudável também não tem amigos e prefere seus joguinhos, ao brincarem, os meninos são separados apenas por uma cerca, até que um dia Erik resolve enfrentar o preconceito e pular a cerca para finalmente conhecer o garoto da casa ao lado, os dois criam uma parceria muito forte e Erik está disposto a enfrentar de tudo para ajudar o amigo a ser "curado" e Dexter quer ser ajudado, os dois então passam por grandes aventuras juntos, nunca ficavam sozinhos, e com o passar do tempo o filme retrata a diferença que a quebra de preconceito faz na vida das pessoas. É um filme que realmente nos faz refletir sobre a nosso vida de forma geral.

Trailer: 
(não achei o trailer dublado ou legendado).



Super indico, espero que gostem!
Ah, quando assistir (ou se você já assistiu) deixe aqui seu comentário sobre o filme, quero saber o que achou! ;)

Beijitos!


Resenha da semana: Confiar. (Filme)

segunda-feira, 1 de abril de 2013


 

"O que sua família levou anos para construir um estranho
pode roubar com um clique."         
Oi, chuchus!

Então, antes de qualquer coisa: eu mais do que indico esse filme.

Trata-se de um assunto que está todos os dias na televisão, e que todo mundo já se diz cansado de saber, mas que todo "domínio" que dizem ter sobre o assunto nunca é ser suficiente.
O filme mostra a realidade, uma forma "fria", daquelas que realmente provocam diversas sensações em quem assiste, e isso é uma das coisas que admiro em qualquer filme. 
Em nenhum momento ao assisti-lo passou pela minha cabeça que algo ali tinha "nada a ver com nada" como eu realmente costumo a perceber na maioria dos filmes que assisto.

Bom, o filme fala sobre uma menina chamada Annie que era uma garota que queria parecer mais velha, digamos que, se encaixar nos padrões das meninas que eram mais velhas, daquelas que faziam festinhas em casa, bagunçavam tudo, e que também já tinha tido a primeira relação sexual. 
Annie tinha 14 anos e de presente de aniversário ganhou de seus pais um macbook, então entrou numa sala de bate-papo e conheceu Charlie que dizia ser um menino de 16 anos, então eles começaram a conversar também por telefone, e Charlie foi conquistando a confiança da garota que ainda era muito inocente, então decidiu falar que não tinha 16 anos e sim, 20. A menina ficou chateada pelo fato do "garoto" ter mentido, mas dizendo-se apaixonada resolve relevar tudo, porém, mais uma vez Charlie a surpreendeu dizendo que tinha 25 anos, e mais uma vez, a menina resolveu aceitar aquilo calada - mesmo se decepcionando muito por conta das mentiras -, Annie então se encontra pela primeira vez com o tal garoto, e, mas uma vez vem uma surpresa, Charlie aparenta ter no mínimo 35 anos de idade, mas a menina se diz encantada e parece mais uma vez ficar "mexida" apenas pelo fato da mentira. Não demorou muito e o rapaz conseguiu levá-la para um motel, e então Annie teve sua primeira vez, que foi assustadora, mas segundo o pensamento da menina eles estão apaixonados, e isso é o que importa.
Annie conta o fato apenas para sua melhor amiga, Brittany. Annie fica a cada dia mais estranha por Charlie não estar respondendo suas mensagens, e-mails e nenhuma outra coisa por onde se comunicavam, Brittany percebe o comportamento estranho da amiga, fica preocupada, e resolve contar tudo pra uma das representantes da escola, que logo dá um jeito de chamar o FBI e os pais da garota. Como o acontecido, Annie para de falar com a amiga pela atitude da mesma. Seus pais ficam completamente loucos (aliás, não é pra menos, né?!), querem vingança de uma forma ou de outra, e a família vai se afastando, pelo "simples" fato da garota falar que não foi estupro por que eles são apaixonados um pelo outro e que ela permitiu aquilo, ela começa a sofrer bullying no colégio (onde todos já sabiam o que havia acontecido), e até tenta se suicidar.
Com o passar do tempo, Annie percebe quem realmente era o cara, que já tinha feito outras três meninas de vítima. Tudo parece se acertar novamente, Annie volta a falar com Brittany, se acerta com a família, e apesar de tudo voltam a ser como eram antes, unidos.

Moral da história: fiquem sempre atentos com quem vocês conversam, não dê detalhes da sua vida, é sério, muitas pessoas acham que nada nunca vai acontecer com a gente, e às vezes pode ser tarde demais! Ah, e outra, não queiram ser quem vocês não são, tentar se encaixar em alguns grupinhos da sociedade pode ser ruim pra você - da mesma forma que foi pra Annie - seja sempre quem você é, independente de tudo!

                             

Data de lançamento: 10 de setembro de 2010
Duração: 106 minutos


É isso, chuchus!
Espero que tenham gostado!

Se já assistiram ou querem assistir, deixe seu comentário.

Beijitos!










"A Culpa é das Estrelas".

quinta-feira, 7 de março de 2013



Hey! Como vocês estão?

Então, a resenha de hoje é sobre o livro ""A Culpa é das Estrelas" do John Green. 
Sei que quem me acompanha nas redes sociais sabe que estou prometendo essa resenha há um tempo, mas infelizmente o corre-corre diário me impediu de fazer essa resenha antes. Mas é claro que agora estou aqui pra cumprir minha promessa! Rs. Quero deixar bem claro que esse livro é algo tão especial pra mim que eu queria fazer a resenha em um vídeo, mas acabou que não deu certo por agora. Triste. Enfim, eu disse que esse livro é especial, e antes que me perguntem: não, eu não tenho câncer.
O livro é especial pra mim porque quando o ganhei senti que junto com ele veio uma porção de lição, e assim foi, todo página que eu lia adquiria também um grande aprendizado, coisas da vida, coisas que talvez quem já leu saiba do que estou falando. É isso. Vamos começar! (Prometo fazer com que através dessa resenha vocês entenda o motivo desse livro ser tão importante e fazer também com que vocês sintam vontade de lê-lo).

Sinopse: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos -, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Bom, Hazel é uma menina de 16 anos que tem câncer desde os 13, no começo as esperanças de sobrevivência eram minímas, Hazel Grace era uma paciente em caso terminal. Mas, graças a um remédio experimental o tempo de vida de Hazel foi aumentando, hoje ela vive com doses diárias desse remédio, o falanxifor que ajudou na diminuição de seus tumores nos pulmões (Ah, Hazel tinha câncer na tireoide com metástase nos pulmões). Tem como "principais companheiros" (sem eles seria difícil dela levar a vida que tem): tanques de oxigênio e cânulas no nariz. A mãe de Hazel começou a achá-la meu depressiva, sem amigos, sem uma vida como a de outros jovens, o que ela precisaria ter mesmo com uma doença como o câncer ao seu lado. Então resolve colocá-la num Grupo de Apoio a Crianças com Câncer onde ela conhece pessoas especiais, como por exemplo, o Gus (Augustus Waters), sim, o cara por quem ela se apaixona e juntos fazem desse livro o melhor livro do mundo (pelo menos pra mim).



Eles são incríveis, são pessoas que mesmo com uma doença tão horrível conseguem manter o bom-humor, o que é um dos principais ingredientes para ter uma vida boa, conseguem se divertir com as "vantagens do câncer" como os mesmos definem. Eu fiquei completamente apaixonada por eles, confesso que chorei 65% do tempo em que ficava lendo esse livro, eu realmente me apaguei a cada um deles, é como se eu tivesse lido o diário de alguém que eu conhecesse há tanto tempo, sabe quando sua melhor amiga te conta um história que você vai levar pra vida inteira? Pois é. Me senti assim. Era como se os conhecesse, eu me identificava com a maneira de viver de cada um. A cada página que eu folheava a minha vontade era de trazê-los para meu mundo (ou entrar no livro) só para poder abraçá-los sem fim. Como o livro é narrado pela Hazel e ela é uma adolescente a linguagem do filme também é uma linguagem jovem, o que faz que nos identifiquemos o dobro, ou quem sabe até o triplo.

É... Eu queria ter mais palavras para falar mais do livro, mas palavras não são tão importantes quando o que se sente é mais forte. O que eu tenho pra dizer é que o livro é incrível, o autor é incrível, a história é incrível, Hazel e Gus são incríveis, Isaac é incrível, enfim é TUDO incrível. O livro traz lições de vida. E se um livro tem isso pra mim ele já é maravilhoso. 




Espero que tenham gostado!
Caso já tenha lido o livro, nos conte o que achou. 
Se ainda não leu, leia e passe aqui. Certeza que não vai se arrepender!

Beijitos!

Por Thaís Oliveira



  


     

"Dezesseis Luas"

terça-feira, 5 de março de 2013














Hey!
                                                   


Então, a resenha de hoje é sobre o filme "Dezesseis Luas" que estreou dia 1º de março de 2013, pois é, fui assisti-lo no cinema com meus amigos que tiveram basicamente a mesma opinião que eu (pelo menos a maioria). 

Vamos lá, vou ser bem direta: não curti o filme. 










Pra eu poder realmente gostar do filme ele tem que me trazer coisas novas, coisas que me surpreendam, juro que tentei procurar essa "surpresa" em cada parte do filme, e não, não encontrei. A história em si é muito bacaninha, confesso que dou uns créditos por conta disso.

O que me irrita é a mesmice, mas caso vocês gostem de magias, maldições e etc, assistam, talvez vocês gostem. Digo e repito: a história em si é bacana, o filme que não prestou (na MINHA opinião).

É isso! Se vocês já assistiram ou ainda vão assistir deixe aqui seu comentário dando sua opinião.

Beijitos. 

Por Thaís Oliveira

Um Sonho Possível / The Blind Side

sexta-feira, 1 de março de 2013


   


Bom, o filme conta a história real de Michael Oher (um jogador negro de futebol-americano), Michael Oher sofreu muito em sua juventude, não tinha o que vestir, onde morar e nem o que comer, até que uma família de brancos resolveu ajudá-lo, o chamou para morar com eles e deu à ele o que comer, o que vestir e o principal: muito carinho.

A família que resolveu adotá-los sofreu muito preconceito, aliás Big Mike (como era conhecido) era negro e muito pobre, mas mesmo assim a família não abriu mão do grande Michael.

Michael então se tornou um grande e disputado jogar de futebol-americano e é claro, ele se tornou um dos homens mais admiráveis, levando muito orgulho à família que adotou-o com tanto amor e carinho.

No filme eles souberam retratar cada detalhe do que eles passaram, todas as dificuldades, realmente levaram pro lado real das coisas, não fantasiarem nada, fizeram como realmente devia de ser. Enfim, eu adorei.

Esse filme é maravilhoso e eu indico, é um filme de arrepiar, emocionante, assistam!


Trailer:




Espero que gostem!
Até a próxima!
Beijos!

Por Thaís Oliveira

Amores Imaginários / Les Amours Imaginaires

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Bom, assisti um filme francês dirigido pelo canadense Xavier Dolan, é um filme muito bom, na verdade ele é muito confuso no começo, mas não há nada que você não consiga entender quando chegar ao fim. Ah, ele contém umas cenas "quentes" (são cenas rápidas).

O filme fala de três grandes amigos Francis, Marie e Nicolas que se envolvem em um triângulo amoroso, Francis e Marie são grandes amigos, mas as coisas parecem desandar quando conhecem Nicolas, Francis é homossexual e vai percebendo uma atração pelo novo amigo, Marie também se sente apaixonada pelo Nicolas e tudo vira uma grande confusão, fazendo com que Francis e Marie tenham a grande, antiga e inseparável amizade abalada.

No começo como ele é um filme confuso acaba que se torna meio cansativo, aliás essa é a maior função de coisas confusas, confesso que pensei em tirá-lo antes mesmo de chegar no meio, mas minha vontade de ouvir um pouco mais daquele sotaque francês (que eu acho maravilhoso) falou mais alto e o filme foi se tornando interessante, ele tem um clima muito fofo, encantador... Creio que poderiam ter sido mais organizados, mas mesmo com toda confusão feita eles conseguiram fazer um filme bacana. Ah, enfim, o que eu tenho pra falar é que indico! Preciso falar que nele existem muitos "palavrões".

Assistam o trailer.


Espero que gostem!
Até o próximo post.
Xoxo! 

Assistam e depois me contem o que acharam ;)
Por Thaís Oliveira



Resenha - Depois dos Quinze

domingo, 3 de fevereiro de 2013

                         


A primeira resenha que o blog vai publicar é a resenha do livro "Depois dos Quinze" que foi escrito pela blogueira Bruna Vieira que também é a criadora do blog  Depois dos Quinze (que serviu como uma das minhas fontes de inspiração) e é claro que eu super indico esse blog, assim como eu vocês vão se identificar.

Segue algumas informações do livro:
Nome: Depois dos Quinze 
Editora Gutenberg
Autora: Bruna Vieira (@brunavieira)
Número de páginas: 198

Bom, pra começar devo dizer que o livro é excelente pelos fatos de que:

1º - Foi escrito com uma linguagem de fácil compreendimento.
 - Nos identificamos com o livro, ou pelo menos com metade do que foi escrito.
3º - Cada trecho do livro nos dá mais incentivo a continuar a leitura, não é um livro que cansa.

Pra mim esses são as três "chaves" necessárias para eu me apaixonar pelo livro, independente do tema esses são as três coisas essenciais, e no Depois dos Quinze eu encontrei isso e muito mais. Fora que cada detalhe dele é incrível, as imagens, letras... Enfim, tudo!
É um livro que só quem leu sabe o quão maravilhoso ele é. E, por isso eu indico que todos devem ler, sejam adolescentes, adultos... Sei que cada um vai se identificar com alguma coisa ali relatada.

Leiam e espero que assim como eu vocês gostem!
Não vão se arrepender.

Comprem o livro aqui.

Boa leitura!
Beijos e até breve!

Por Thaís Oliveira (@thaisdonne)

 
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